De amores passados
“Oi, amor. Você sabe que eu não sou de exatas, mas antes de escrever isso eu lembrei de um conceito da Física que diz que todo ato, antes de ser ato, tem que ser potência. No momento, a gente sofre com essa potência, e ainda ficamos imaginando o ato. Às vezes eu tenho medo. Medo de te perder ou de perder isso tudo antes de ser. Mas todo dia eu torço pra que tudo dê certo. E vai dar. A gente é tão diferente e ao mesmo tempo tão parecido. Acho que isso faz a gente se encaixar, afinal, as peças não precisam ser iguais pra combinarem, né? Agora eu to ouvindo uma música do Armandinho que diz assim “o teu olhar me diz tantas coisas/tantas coisas loucas que quando chega perto/a minha alma não me deixa mentir/esse teu olhar é pouco pra mim/é um ponto sem fim/esse teu olhar, numa boa/é o tudo, dentro de mim” e eu lembrei tanto de você!! Descreve o que eu sinto quando olho pros teus olhos (infelizmente, na maioria das vezes, não pessoalmente). Você é tanto de mim! E dia 27 esse pedacinho de mim faz aniversário. Você já sabe tudo que eu te desejo, não preciso dizer todo o clichê. Só quero que você não esqueça jamais que eu te amo. Que eu sempre vou ser aquela pessoa pra você se segurar quando estiver caindo (e talvez eu caia junto). Que eu posso ser a sua luzinha no fim do túnel se você quiser. Obrigada por tudo que você é e obrigada por tudo que nós somos. Feliz aniversário, amor. 💙
Escrito em 22/01 por pura inspiração.”
