Sempre um Vidão

Era uma vez um G6. Estabelecido no miudinhu miudinhuuuu de um sambarock Diquinta no sábado. Quando a Networker reuniu todos a partir de uma vontade e o Enterpreneur comprou a cachaça e não bebeu. Quando a Realist deu uma de Dreamer e o Dreamer cuidou como sempre de sua Realist. E a Firecracker bebeu a cachaça em dose dupla e continuou a observar tudo enquanto que o Free Thinker estava ali aproveitando todas as chances de cair na risada.

Originado de uma amizade das categorias de base de um campineiro, um brasiliense e um soteropolitano (calma, não é uma daquelas piadas típicas), mas todos, no fundo, mais campineiros do que nunca. A amizade que se transportou para o presente de três paulistanas, que têm em comum o amor por São Paulo e só.

A partir daquela noite da primeira (e única) balada, foram muitas reuniões de Cúpula em bares, restaurantes, casas e eventos em geral.

Viagens, como o Reveillon de Itacaré, sempre lembrado com saudade e que trouxe o conceito Vidão para o grupo, que naquele momento já começava a se tornar G7.

Fui desafiada a escrever sobre o G7 e não daria para relatar aqui tudo o que já vivemos e projetar o que está por vir. Por isso, me atrevi a trazer a minha visão sobre as personalidades do G7. Os termos que utilizei como codinomes no início da história vieram de um teste de personalidade que fizemos no site Ocean. E só confirmou o que eu já sabia: somos um grupo unido pelas diferenças.

A Networker e o Enterpreneur

Ela é movida pelo amor, eternamente apaixonada pelo que faz e por ele, sempre pronta para fazer uma declaração em público, nos deixando constrangidos com nossa falta de romantismo. A Networker sempre está presente espalhando sua alegria e positividade.

A gente sempre acha que ele não merece, mas é só para pegar no pé do canceriano dramático. Sim, ele merece. O Enterpreneur quer comandar, decidir, mas quase nunca dá a cartada final. O importante é que todos estejam bem e felizes, desde que ele também esteja. Questionador e com boa argumentação em tudo, mas quando ouvimos algo estranho é certo que “está fazendo pesquisa”.

O Dreamer e a Realist

O coração do G7, vive andando nas nuvens e está sempre à disposição de todos. Você nunca verá ele levantar a voz para ninguém até porque ela já é alta o suficiente. O Dreamer é exatamente isso, um sonhador.

Planejar é preciso, mas viver também é preciso. Para a Realist, o planejamento com o G7 fica em segundo plano. Você nunca vai ouvir dela o que você espera a menos que você queira a verdade, nada mais do que a verdade.

A Firecracker e o Free Thinker

Ela primeiro observa, depois observa e por fim termina de observar. Se a Firecracker se atreve a falar algo é porque ela tem algo a dizer e precisa ser ouvida. Está sempre ali, mas você nunca vai saber se ela está gostando ou não, a menos que você busque o que seus olhos estão dizendo. Ele sabe decifrar.

O Free Thinker respira o G7 e tem um pulmão do tamanho do mundo, isso sem falar no coração. Tá tudo sempre muito bom mesmo quando não está, falar “NÃO” para alguém é uma dificuldade. Entrar em conflito? Jamais.

Se a Networker juntou o G6, nossa mascote o transformou em G7. E hoje ela é a responsável pelo que o G7 faz ou deixa de fazer (ou não).

Nada além de sete pessoas juntas sempre que possível. Os opostos que se atraem na busca pelo Vidão.

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