Mergulhar

Primeiramente: peço desculpas, a confusão é o meu ser

Eu só queria saber respirar no meio de tanta agonia

De fato não sei mergulhar, nem fundo nem raso

Então eu só penso em parar

Que ventania o que, era brisa que deixou um calor incomodo

É confuso não é? É como tudo foi deixado, vai ficar do jeito que está

É só partir pra outros mares, deixar de mergulhar e olhar por cima

Só percebo mentiras vindas dessas promessas, é claro que eu vou mergulhar, e vou me afogar, afinal não sei de nada

É claro que na terça eu vou olhar naqueles outros olhos castanhos e pra’quele sorriso esperto e ver que eu quero me afogar nesses rios castanhos e gelados


Desculpem pela confusão, mas a autora sente essa infinita necessidade de expressar a verdade

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