Eu amei em 2017

Em 2017 eu amei. Dizem que isso só acontece uma vez na vida, né? Não sei, acho que não acredito nisso. O amor é muito forte e especial, não pode ser comparado a nenhuma paixãozinha, mas não acho que aconteça só uma vez.

Talvez você não perceba que ama de verdade até passar por algumas situações. É fácil amar nas festas, nas viagens e até naqueles momentos ruins, quando a pessoa está frágil e precisa de você. Difícil é amar quando você é a pessoa frágil.

Meu chefe diz que o amor requer sacrifícios. Você pode ver isso entre um dos amores mais sublimes: entre mãe e filho. A mãe passa muitas noites acordadas, deixa de fazer tudo pelo filho, se doa, se machuca, se entrega, e ainda assim, o ama cada vez mais.

Se um dia você encontrar alguém que gostar muito, e essa pessoa te machucar, te decepcionar, e ainda assim você só conseguir pensar nela com amor, com respeito, com carinho, com gratidão, provavelmente é amor o que sinta. Se souber que seus caminhos estão separados, mas ainda assim desejar que o outro seja feliz, mesmo longe de você, provavelmente você amou!

O fim de ano serve pra gente fazer um balanço do que foi bom e ruim. Tive experiências horríveis e decepções que até hoje me machucam. Mas, paradoxalmente, assim como é o amor, depois de tudo isso, percebi que pude amar. Não da maneira mais fácil, como uma história com final feliz, mas talvez da maneira mais sincera.

Que o amor de 2017 se multiplique em 2018. Há coisas, que por mais bonitas que sejam, precisam ter seu fim. Neste caso, escolho que as decepções e o amor de quase 3 anos, fiquem por aqui. É preciso escrever uma nova história no livro 2018. Espero que vocês também consigam amar e escrever um novo final pra vocês neste ano que está chegando!

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