A questão ambiental no Brasil

Julia Stephanie Miranda
Nov 6 · 2 min read

Desmatamento, contaminação das fontes hídricas, poluição do solo e ar, encaixam-se todos como ações antrópicas que desencadeiam desequilíbrios ecológicos. As duas principais causas do desmatamento florestal são a urbanização e a agropecuária para fins comerciais. Segundo a Global Forest Watch, houve uma redução de 10% da área florestal desde 2000.

Indo além da questão ecológica, o desmatamento tem seu destaque na economia por ser um é determinante para a crise energética, pois causa desequilíbrio hídrico. Uma das consequências desse desequilíbrio para a economia é a geração de energia hidrelétrica — as hidrelétricas respondem por mais de dois terços da eletricidade produzida no país –, diminuindo a produção e aumentando os preços, logo, causa maior inflação e menos movimentação econômica.

O GOVERNO E O DESMATAMENTO

Uma das medidas governamentais para assegurar a preocupação ambiental foi a criação do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE). Desde 1988, é responsável pelo monitoramento dos biomas. Ainda assim, o principal projeto do Instituto está relacionado ao monitoramento do desmatamento na Amazônia Legal.

AMAZÔNIA EM DEBATE

Tratando da Amazônia, entre os anos de 20014 e 2012 o desmatamento diminuiu em 83%. Essa diminuição é fruto do Plano de Ação para Prevenção e Controle do Desmatamento na Amazônia Legal (PPCDAm).

Atuando pelos sistemas PRODES (Programa de Monitoramento da Floresta Amazônica Brasileira) e DETER (Detecção de Desmatamento em Tempo Real), o instituto gera taxas de desmatamento anual e alertas diários de fiscalização da Amazônia respectivamente.

Entretanto, as queimadas que ocorrem na Amazônia deixam os ambientalistas em alerta. Destaque nas mídias em escala global, os incêndios que aconteceram na Amazônia em agosto de 2019, os especialistas afirmam o envolvimento direto do desmatamento com os focos de incêndio. Discutindo acerca dos incêndios, mesmo que a análise feita pelo Projeto de Monitoramento da Amazônia Andina (MAAP) não indique grande índice de ocorrências nas florestas, o risco existe à medida que a estação seca se aproxima.

AFETANDO A ECONOMIA

A degradação ambiental desencadeia custos de longo prazo, visto que, os recursos são extraídos da natureza, com a escassez de recursos não existe produção, e consequentemente, a perda de capital humano. Assim, para uma economia mais estável, a preservação dos ecossistemas é indispensável.

Aluna: Júlia Stephanie de Sousa Miranda, n° 14, 2ª 08.

Bibliografia: https://www.fiesp.com.br/indices-pesquisas-e-publicacoes/entrevista-um-dos-maiores-especialistas-em-sustentabilidade-ricardo-young-comenta-os-beneficios-de-incluir-essa-estrategia-nos-negocios-da-empresa/

https://www.politize.com.br/desmatamento-no-brasil/

http://terrabrasilis.dpi.inpe.br/?s=desmatamento+2012

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