Julio, primeiramente parabéns pela iniciativa de buscar algo que vá te fazer mais feliz, de…
Bruno Rodrigues
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Fala, Bruno! Tudo bom? Antes de tudo, obrigado por ler e comentar em um texto que já tem certa idade… :)

Respondendo a sua pergunta, ter um foco na carreira de jornalista freelancer é algo que eu procuro desde que publiquei este texto, portanto há uns dois anos. No meu caso, eu nunca tive um assunto que me ‘chamasse’ tanto a ponto de me especializar, e devo confessar que essa é minha maior angústia profissional há muitos e muitos anos.

Então, como ainda não encontrei um assunto ou área específico para apostar todas as minhas fichas, tenho navegado conforme a maré, que não anda muito boa na nossa área, em geral. No ano passado, o que deu muito certo para mim foi gestão de conteúdo para mídias sociais, em especial para pequenas empresas e terceiro setor.

Hoje, sigo apostando nesse segmento de conteúdo digital para marcas (que parece ter mais mercado que jornalismo atualmente, eu acho), mas sigo fazendo reportagens aqui e acolá, quase sempre para sites e revistas customizadas. O problema do mercado editorial é que o valor pago por matéria, na grande maioria das vezes, é baixo demais. Assim, seria preciso um volume muito grande para valer a pena. É um caminho, mas um pouco tortuoso, acho.

Aproveitando o canal aberto, pergunto: e você, o que pensa sobre essas duas questões — foco da carreira do jornalista (freelancer ou não) e mercado jornalístico atual? (Em tempo: fico feliz de saber que há gente como você que, como eu, também curte revista de futebol; parabéns pelos posts e mapa sobre o assunto! Quem dera a gente venha a ter uma Placar forte novamente ou alguma outra que represente esse segmento e consiga se sustentar). Abraço!

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