O Whatsapp, a “classe média” e o mundo underground do conteúdo
Eden Wiedemann
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Tem pra todo mundo. A maioria sempre vai atrás de “tendências”, do que está “bombando”, com baixíssimo senso crítico e basta. Já uma minoria produz conteúdo para entretenimento da maioria e uma outra minoria mais minúscula ainda produz coisas para provocar reflexão, para repensar ideias e conceitos. Eu me encaixo nesse grupo e tenho consciência que é o menos popular, mas em compensação dá um ganho de visão crítica de da vida. Não conheço muitas pessoas que acompanham um Flavio Gikovate, Leandro Karnal, Mario Sergio Cortella, Pondé etc. Eu tenho a “paciência” de fazer isso e não me arrependo. Minha cabeça foi feita para pensar e não para ser dominada!

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