A HISTÓRIA DO PICI CONTADA NAS RUAS

DO BAIRRO

Na terça pela manhã, saímos para uma caminhada pelo bairro do Pici para conhecer um pouco da sua história.

Guiados pelo Henrique Lima, cujo TCC de conclusão da graduação do curso de Serviço Social foi sobre o PICI, exploramos o bairro ouvindo sua história.

Aquela região, na segunda guerra mundial, quando o Brasil fazia parte dos aliados contra a Alemanha, permitiu a instalação de uma base aérea do governo americano naquelas terras de fortaleza. Era lá também a base militar de Fortaleza, de onde partia o Zepelin.

Existem duas versões para o bairro ter o nome de PICI, uma que era o nome do sitio da escritora Raquel de Queiroz, e a casa deste sítio onde conta-se que escreveu o livro Quinze está lá até hoje. Outra versão, que o nome PICI venha da pronúncia da sigla em inglês PC — posto de comando.

“Aqui nesta casa, Raquel de Queiroz escreveu o livro Quinze”
Henrique Lima, CCJ

As primeiras comunidades nascem ao entorno da base aérea americana, e por cozinharem em fogueiras, ficaram conhecidas como a comunidade da fumaça.

A história do bairro é longa, mas o bairro hoje se consolida e cresce a cada dia. Mais de 42 mil pessoas moram por lá, onde em 2012 nasceu o CCJ — Coletivo de Cultura Juvenis, que oferece aos jovens diversas oficinas e atividades ligadas à arte e cultura.

Toda essa história é detalhada na monografia de Henrique Lima, membro do CCJ.

Kátia Visentainer

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