Dois pesos, duas medidas se for Jair Bolsonaro

Ainda vejo polêmicas no Twitter e Facebook sobre a cena de @jairbolsonaro e uma criança fazendo arminha. Ela ocorreu em uma campanha do candidato à Presidente, em Goiânia.
Já vou direto ao assunto: o que ele diz é exatamente o contrário do que estão sugerindo por aí. Ele prega e sempre defendeu o porte de arma para o cidadão de bem, que deve aprender sim a se proteger de bandidos que atentam contra a segurança de suas famílias.
O (des)governo dos últimos 15 anos tenta nos dizer que, por exemplo, é normal sexualizar criança a partir dos seis anos nas escolas, e que é normal criança tocar adulto pelado e em público. Além de desprezível e imoral, é apologia nada camuflada à pedofilia!

Demagogia não levou, e não vai levar o país para frente. E demagogia, acompanhada do falso moralismo, vai ser refletido nos ataques políticos desses eleições. É um velho e habitual truque de quem está perdendo o jogo: atacar para destruir, custe o que custar. Como você percebe essa estratégia? O problema não é mais o que se fala, mas sim quem fala.
Resumindo sem frescuras alguns exemplos:

É o mesmo comportamento sobre vídeo da garotinha fazendo arminha com Bolsonaro. Até ontem, os “moralistas-lacradores” não se importavam com crianças dançando “Metralhadora” (Banda Vingadora), música imoral e sexualizada. Mesmo que em rede nacional, em programas como o Raul Gil:
Mas agora, MEODEOSDOCÉU o Bolsonaro fazer arminha com uma criança, num evento cercado por militares. A diferença de valores ente todos esses exemplos é muito explicita, e qualquer pessoa com menos ódio do cara percebe isso.
E para concluir: fazer sinal de arma com a mão é a slogan do Bolsonaro há anos. É a marca registrada dele.
#Talkei
