O fim do termo saudade como charme brasileiro
Juliana Barreto Tavares
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A morte do Belchior hoje me pegou muito de surpresa. Ainda tinha esperanças do anúncio de algum trabalho novo, ou mesmo de esbarrar com ele em algum lugar por aí.

Texto muito bom, o teu. E ainda restam em mim esperanças de que em 2018 ele apareça vivinho por aí, cantando “Sujeito de Sorte”: “ano passado eu morri, mas esse ano eu não morro”.

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