Desde muito pequena militei junto a minha mãe pelos direitos dos mais necessitados. Isso não é uma obrigação, é um hábito que carrego comigo, uma postura de vida, uma forma de enxergar o mundo que me cerca. Não tenho uma ONG, não tenho uma igreja, não tenho uma Grupo nas redes sociais, faço isso no meu dia a dia, no meu trabalho, com meus amigos, meus alunos , meus vizinhos.

Com esta concepção é difícil demais ouvir frases como “bandido bom é bandido morto”, ou “Podia ter matado tudo”. Não cabe em meus princípios, em minhas convicções, em minha forma de ver o mundo.

Em primeiro lugar precisamos refletir qual é nosso papel formação da grande massa carcerária de nosso país (Vamos pensar apenas em nossa região)…que ação cidadã eu fiz para minimizar a violência doméstica, a violência contra as crianças, o abandono, a evasão escolar, e todos os problemas sociais que me rodeiam (e rodeiam você)?

Qual o meu papel?

Qual a minha contribuição?

Eu ainda não entendo como cidadãos como o Sr. secretário nacional da juventude , Bruno Júlio, chegou a este posto tão importante para a nação brasileira: cuidar de nossos jovens. Mas será que um coxinha (palavras dele ao jornalista Ilimar Franco) pode cuidar do futuro da juventude de um país inteiro, com opiniões tão absurdas?

Vamos precisar de muito, mas muito óleo para fritar tanta coxinha.

Mas eu acho que é isso que os manifestantes anti Dilma queriam, coxinhas de verdade, que não omitem sua opinião.

Infelizmente, no cargo errado.

Vamos ver até onde vão as pessoas com este tipo de pensamento preconceituoso, maldoso e antisocial.