Get to know me.

Meu nome é Karla, prazer.

Sou de Campo Grande, MS e tenho 26 anos. Escola, universidade, primeiro trabalho — tudo aconteceu em campão. Me graduei em administração, meu primeiro emprego foi algo muito informal, em um escritório de contabilidade. Depois disso, estagiei no Tribunal Regional Eleitoral, e só então, comecei meu primeiro emprego formal. Só que trabalhar de segunda a sábado em um departamento financeiro, não me completava.

Na verdade, nesse meio tempo de vida, eu fiz mil coisas, mas eu quero mencionar sobre o que realmente teve um impacto na minha vida: Me tornei membro da AIESEC. E o que é isso? Bem, Somos um movimento de liderança jovem e nossa missão é alcançar a paz mundial e o total preenchimento das potencialidades humanas. Nossa visão é a de que devemos ser acessíveis a todos e em todos os lugares, crescer disruptivamente e moldar o que fazemos às necessidades do mundo. Em resumo, eu realmente acredito que todos os jovens do mundo deveriam fazer parte da AIESEC, porque as experiências que vivemos quando somos membros/alumnis desta organização, são únicas, e nem sempre vão ser boas, mas te garanto que sempre vão ser impactantes.

É com a AIESEC que começa a minha história no Uruguay. Em 2016 me postulei para ser parte da diretoria nacional da AIESEC no Uruguay, e fui eleita. Me mudei para Montevideo em maio de 2016, e em julho do mesmo ano, assumi meu cargo de Diretora nacional de desenvolvimento de negócios. Meu time era constituido por mais quatro pessoas, de distintos países: Chile, México, Uruguay e Peru. Vivíamos e tínhamos uma oficina em um apartamento no Palácio Salvo e com o passar do tempo, nos mudamos para Ciudad Vieja.

Minha gestão na AIESEC tinha duração de um ano, e teve fim em junho de 2017.

Atualmente eu trabalho como Growth Leader em uma development shop, chamada 1950Labs. Eu vou comentar bastante sobre como eu comecei a trabalhar na indústria da tecnologia e como eu fui contratada com apenas um e-mail.

E isso é um pouco de quem eu sou e como eu vim parar aqui. No próximo post eu quero comentar com vocês sobre as minhas impressões de Montevideo e como foi o meu processo de adaptação.

Um abraço forte,

Karla-.

One clap, two clap, three clap, forty?

By clapping more or less, you can signal to us which stories really stand out.