Cozinheiro, compartilhando alimento.
Andei enganado
Criando laços
Atei nós
Nos cadarços
Tropecei descalço
Caí no asfalto
Esparramei amor
Pra todo lado
Limpa os pés
entra em casa
dá um gole
no copo
de vidro
transparente
cospe tudo
no chão
Entrelaçado em seus braços
Cada dia mais eu me acho
Me perco, enlouqueço e me acalmo
Já não sei mais se isso é belo
Se ainda está sendo sincero
Se virou choro
Aquele velho sentado na pedra, de semblante tranquilo e sóbrio, sorriu com leveza e pegou em minhas mãos. Mostrou-me como flutuar através das luzes que pairam acima das nossas mentes, a sensação foi de entrar em um elevador antigo cheio de estalos, quando a porta fecha o coração acelera com um…
Nas casas divinas
Onde as energias são elevadas
Se fazem templos e moradas
Daqueles que buscam sabedoria
Ou caminhos para uma vida iluminada