As ironias sobre a guerra, começam no ponto de não existir vencedores. Os “GRANDES” impõem sua força obrigando-nos a viver como serventes, pois o peso de uma vida é considerado inferior ao estabelecimento de uma ideologia falha, que além de reprimir a maioria fragilizada, dá uma falsa sensação de poder a quem está com a espada na mão.

Com o tempo, os valores foram perdidos, ou será que a maldade que sempre se mostrou subentendida resolveu ser exposta em formato de símbolos estatais?

As divergências, as guerras, os suicídios e a repressão, provam a instabilidade em que os países e os organismos internacionais se encontram.

Talvez em um mundo ideológico, ainda possa existir uma solução que poupe vidas, ou talvez o “sistema” que tanto julgamos nocivo, não tenha esse objetivo.

No fim podemos perceber que as guerras são tão corriqueiras, porque permitimos que elas sejam realizadas, a disfarçando com significados e justificativas que nunca serão plausíveis.

-keicy Lopes