Como ou porquê uma pessoa pode se tornar um assassino

Atualmente vivemos em uma sociedade conturbada, a inversão dos valores é visivelmente crítica.Independente de meio social,raça,ou influencias políticas, alguns indivíduos tem comportamento submisso à ética social. Os registros de mortes vão se agravando constantemente, mas o assustador são as suas causas.

Dados elevados de assassinatos mostram uma preocupação com a valorização da vida. As punições para assassinos são as mais severas, e podem ser moldadas de acordo com a gravidade do caso, o seu juri na maioria das vezes é pela população que conhece ou tem proximidade do acontecido, o que colabora ainda mais para a intensidade na penalidade do réu.

Mas será que devemos julgar sempre pelo que o assassino faz? Fatores psicológicos, educação, escolaridade, meio familiar e meio social inserido são grandes influências para futuros delitos e assassinatos.

Nem sempre as condenações são justas diante do caso julgado. De modo geral todo assassino sempre será assassino, mas ninguém olha o outro lado da moeda. É fácil apontar erros quando não se trata de você. Por quê na maioria das vezes não existe uma segunda chance? Todos somos passivos de erros, e todos merecemos uma segunda chance. Por trás de uma simples atitude há um grande motivo no qual só quem vivencia entende, pessoas mais fechadas com pouca vida social não demonstram o que realmente vivem.

O julgamento e a pena para casos como este não deve ser tão padronizado, cada caso é um caso, e por trás de cada um há uma história. Depois da sentença o condenado não deve ser simplesmente largado ou esquecido, mas sim acompanhado por uma equipe de reabilitação, psicólogos e familiares próximos. Assim as chances de um assassino voltar a cometer um delito são nulas.

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