Acolhimento LGBT: ser quem se é tem seu preço. E se você tivesse que pagar com a própria vida?

Por Ana Carolina Navarro, Ana Paula Cerveira e Lucas Machado, alunos do 1º JOD

Essa é a trágica realidade de jovens LGBT no Brasil, ranqueado como o país que mais registra homicídios de pessoas transgênero, e onde a cada 25 horas, morre um homossexual. Existe ainda a violência psíquica a que este grupo está sujeito. Sofrer agressão verbal em sua própria casa e pressões constantes neste ambiente que deveria ser acolhedor faz com que muitos busquem sair de casa precocemente — quando não são expulsos pelas próprias famílias, abandonados sem condições financeiras e emocionais para enfrentar uma sociedade conservadora, que os enxergam como forte ameaça frente aos seus valores e tradições.

Nesse cenário de desamparo, se veem fachos de esperança: iniciativas privadas de acolhimento destinados à gays, lésbicas e transexuais surgem como formas de abrigo para essas pessoas, criando espaços para a sobrevivência social da causa LGBT.

Nessa reportagem, conhecemos algumas dessas iniciativas, como a Casa Só Vulvas, projeto que abriga lésbicas e transexuais, e a Frente LGBT+ Casperiana, coletivo universitário de defesa dos direitos lgbts no espaço da Faculdade Cásper Líbero. Falamos também com a doutora Vera Couto, a fim de tentar obter na psicologia uma possível explicação para fatos tão terríveis, capazes de mudar as vidas das famílias e das vítimas para sempre.

Acesse aqui o vídeo com a reportagem completa.

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