Vegetari… o quê?

Por Carolina Merino, Christopher Govier, Fernanda Fernandes e Silchya Fernandes

Um novo estilo de vida que vem se apresentando às pessoas, com a promessa de uma dieta mais saudável e ética. Os vegetarianos optam por uma vida ecologicamente responsável.

A origem do vegetarianismo não é certa. Segundo o livro The Heretic’s Feast: A History of Vegeterianism, do escritor britânico e artista Colin Spencer, os registros mais antigos mostram que já no século 600 a.C., a Índia e o Egito foram os primeiros países a aderir ao vegetarianismo por razões religiosas e filosóficas. No Ocidente ele foi introduzido pelo filósofo e matemático Pitágoras (c. 570 — c. 495 a.C.), mas só ganhou o significado de proteção aos animais no século XVIII, durante o Iluminismo. Atualmente esse estilo de vida teve um aumento no número de adeptos devido principalmente a questões éticas de preservação do meio ambiente e uma alimentação saudável.

No vegetarianismo há diferentes vertentes que podem ser seguidas pelos adeptos. Dentre elas temos as mais comuns: vegetarianismo, veganismo, ovolactovegetarianismo e lactovegetarianismo, cujas características estão especificadas no quadro abaixo.

De acordo com o nutricionista especializado em veganismo George Guimarães, a dieta de um vegetariano é restrita, mas não é nada complexa. Ela pode ser aplicada a qualquer pessoa que esteja disposta a abdicar de carnes e/ou outros produtos de origem animal. É claro que um acompanhamento com um nutricionista venha a ser interessante, ele pode ajudar a complementar a alimentação sugerindo alimentos que obtenham nutrientes similares aos que estão presentes na carne.

A restrição também vem acompanhada de uma alimentação mais saudável, apesar de ainda se poder consumir alimentos como batata frita, massas, doces ou outros alimentos com açúcar. A carne, que é restrita a todas as vertentes, possui uma alta taxa de gordura e colesterol. Segundo pesquisa feita pelo Inmetro em 2001, as taxas de gordura e colesterol nas carnes cruas, fritas, grelhadas e assadas, principalmente de gordura saturada, são bem elevadas. Vale a pena frisar que o consumo diário recomendado é de 2.500 calorias, sendo 25.000 miligramas de gordura saturada e 300 miligramas de colesterol.

Fonte: Inmetro

A substituição da carne pode reduzir esses números de gordura, mantendo ao mesmo tempo uma quantidade adequada de proteína, niacina, vitamina B6, vitamina B12, fósforo, zinco e ferro, que são características da carne.

Além da alimentação saudável, outro ponto positivo do vegetarianismo é a visão ética e social por trás desse estilo de vida. O fim dos abatedouros é um dos grandes focos da luta dos vegetarianos, que, segundo eles, mantêm animais que vivem uma realidade cruel, pois são criados para o consumo. Outro sistema bastante criticado pelos vegetarianos são as fazendas produtoras de leite, que inseminam suas vacas anualmente para mantê-las produzindo. Os bezerros são retirados das mães após três dias do nascimento para se obter uma maior quantidade de leite. Certamente muitos já ouviram que “há mais bovinos do que humanos no Brasil”, o que é uma realidade. Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), em 2015 haviam cerca de 215,2 milhões de cabeças de gado no país contra 207,8 milhões de pessoas. Esse número contribui para a produção e emissão de metano. Isso sem falar no número de aves e suínos existentes. Porém não se trata apenas da qualidade de vida deles, a preocupação também abrange o meio ambiente, pois esses bovinos precisam de pastos, que normalmente são grandes campos abertos que sofrem compactação do solo pelas constantes pisadas dos animais.

Ainda hoje ainda há pessoas que possuem uma visão errada do vegetarianismo, há muitos preconceitos envolvendo esse mundo. Muitos acreditam que ser vegetariano e não consumir carne é sinônimo de desnutrição, que nada irá substituir o valor que a carne tem na alimentação balanceada de uma pessoa.

Nutricionista, vegano e ativista: George Guimarães em sua defesa a uma dieta ética.

Nesta entrevista, o nutricionista e ativista George Guimarães fala sobre as vantagens de ser vegetariano, um pouco de sua trajetória como vegano e quais são os alimentos importantes em uma dieta balanceada.

A entrevista aconteceu em uma residência simples, com poucos móveis, que também funciona como o consultório de George Guimarães e sede de sua ONG, a VEDDAS (Vegetarianismo Ético, Defesa dos Direitos Animais e Sociedade), que existe há 11 anos. Com a fala calma e bastante explicativa, ele conta um pouco de sua trajetória, diz que desde os 4 anos de idade é vegetariano e em 1994, aos 20, tornou-se vegano. Hoje com 43 anos, dedica-se por completo ao estilo de vida vegano, presidindo sua ONG e trabalhando como nutricionista em uma clínica especializada, a Nutriveg — Nutrição Vegetariana.

George explica que para ele há três grandes vantagens do vegetarianismo, e elas se correlacionam. A primeira é a questão da ética, segundo ele uma vantagem não só para a pessoa mas também para o animal que passa a não ser mais explorado. A segunda é do ponto de vista ambiental, pois a pecuária exige um grande espaço de terra para ser administrado, espaço antes que era floresta e foi desmatado, além da grande quantidade de alimentos a serem produzidos para a alimentação do gado, emissão de gases dos animais que amplificam o efeito estufa, a erosão do solo e o grande consumo de água pelo animal. O terceiro ponto é sobre a saúde. Segundo ele, cada vez mais a ciência vem mostrando que uma alimentação com base em vegetais traz uma maior proteção contra algumas doenças como câncer, principalmente no sistema reprodutor, e especialmente doenças cardiovasculares.

Em relação aos riscos de doenças cardiovasculares, as palavras do nutricionista podem ser confirmadas por um estudo cientifico de 2007 feito pela Universidade Federal do Espírito Santo (UFES), em que são comparados os riscos das doenças em pessoas que seguem uma dieta vegetariana e pessoas que seguem uma dieta onívora. No item hipertensão do quadro abaixo podemos constatar essa diferença vantajosa para os vegetarianos.

Fonte: Artigo: Risco cardiovascular em vegetarianos e onívoros: um estudo comparativo. SciELO. Disponível em: <http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0066-782X2007001600005>. Acesso em: 09 jun. 2017.

Quando questionado sobre como pode ser feita a substituição da carne na alimentação, George Guimarães faz uma colocação. Ele não concorda com o uso da palavra substituir, afinal para ele o termo remete a uma ideia de que o vegetarianismo é uma alternativa a uma dieta que seria a correta, no caso a onívora, e não a ideia de que ambas são alternativas. George diz que os nutrientes presentes na carne estão dispersos em vários vegetais e não só em um, porque os animais que são consumidos já em sua alimentação adquiriram todos os nutrientes. As vitaminas são distribuídas em quatro tipos de alimentos, como pode ser visto na figura abaixo:

Devido a essa distribuição de nutrientes, a alimentação de um vegetariano tem que ser bem variada, para poder adquirir as vitaminas e nutrientes necessários. A única vitamina que está na carne e não está presente em nenhum alimento vegetal é a B12, que precisa ser complementada na dieta, pois sua ausência pode causar anemia. O suplemento pode ser comprado facilmente em lugares especializados em produtos naturais ou vegetarianos. Segundo George, com 100 reais por ano é possível ter esse complemento.

Também segundo o nutricionista, não é preciso um acompanhamento com um especialista para se tornar vegetariano ou vegano. Basta a pessoa ter vontade de abdicar de produtos de origem animal. O que é preciso é informação e acesso a ela, o que pra ele parece estar melhorando com as redes sociais. Outro ponto citado por ele é a transição, como passar de uma dieta com produtos animais para uma restrita. Para George, isso varia de pessoa para pessoa, pois do ponto de vista fisiológico não há qualquer necessidade para que seja feito em partes. É muito do gosto pessoal daquele que procura o vegetarianismo, alguns acham melhor cortar logo de início o contato com qualquer um desses alimentos enquanto outros preferem ir gradualmente.

Legenda: George Guimarães em ato no último Dia das Mães, em maio de 2017, pela sua ONG, na Avenida Paulista. Foto: Fábio Bustamante.

O nutricionista também trabalha na VEDDAS (Vegetarianismo Ético, Defesa dos Direitos Animais e Sociedade), que é sua ONG, e com ela leva ao público conhecimento a partir da organização de encontros, palestras, feiras e até teatros de rua. Tudo que possa trazer informações do vegetarianismo aos interessados.

Uma conversa com o youtuber vegano Flavio Giusti

O vegetarianismo e o veganismo ainda não têm bastante visibilidade nem praticantes no Brasil, porém está crescendo devido, em grande parte, às redes sociais, pessoas e instituições que lutam e trazem conscientização pela causa. Flavio Giusti, 40 anos, é uma dessas. Flavio se formou em Design Gráfico pela Escola de Arte e Design de Campinas (ARQUITEC) e trabalhou na área por volta de 17 anos. Porém em 2012 começou seu canal popular no youtube. Atualmente com 143.845 inscritos e um total de 6.299.993 visualizações, Flavio traz de forma engraçada e informal uma culinária vegetariana. Por meio desta, uma conscientização da causa de proteção ao meio ambiente e aos animais. Flavio é descolado e animado, sempre pronto para contar uma piada. Seus dreads e tatuagens coloridas o tornam um personagem único e carismático. Em uma entrevista com Flavio, no Festival Gastronômico Vegano no Colégio Santa Amália, perguntamos a respeito de sua trajetória e vida como youtuber.

Flavio Giusti, apresentador do VegetariRANGO. Fonte: Facebook https://goo.gl/AlGmLV

Como e por que você virou vegetariano?

Faz 25 anos que eu parei de comer carne faz 5 anos que eu parei com todos os derivados de origem animal. Ou seja, me tornei vegano. Quando eu tinha 16 anos parei de comer carne, eu assisti uma palestra de um médico, eu fazia na época yoga, e ele falava sobre os malefícios da carne. E nunca ninguém me falou sobre isso! Foi como se tivesse caído uma ficha. Mas poxa, todo mundo come, minha mãe come e nunca ninguém me falou isso, ninguém está sabendo disso? Aí parei de comer carne, eu era o louco de uma família no interior e aquilo foi tão forte para mim que nunca mais voltei a comer carne. Na época não tinha veganismo, só se falava em vegetarianismo, e não conhecia nenhum vegano. Depois me mudei pra São Paulo, tive mais contato com as pessoas e tomei uma consciência sobre o veganismo. Hoje faz 5 anos que sou vegano.

Qual a motivação por trás do seu trabalho?

O meu canal [no youtube] se chama VegitariRANGO. é um canal de culinária e humor. Comecei fazendo pratos e levando para famosos experimentarem. Então levei para a Nany People, Rita Cadillac, Rafinha Bastos, Fofão, uma galera, até a Vanusa do Hino Nacional eu levei. Foi legal que muitas das vezes as pessoas achavam “será que a comida é boa mesmo? ” Mas com um famoso comendo falando “que legal! ”, “Que delícia! ”, “Não sabia que comida vegetariana e vegana era assim! ”… Isso realmente incentivou muitas pessoas a se tornarem também. Isso foi o começo, em seguida comecei a fazer mais formatos como vlogs e entrevistas, mas na verdade desde o começo já incorporava entrevistas porque eu levava o prato para um famoso e agente conversava sobre o assunto. Porém hoje está bem focado assim em vlog, receita e lifestyle também. Porque acabo passando muito do meu dia a dia. As minhas mídias sociais que completam o programa, faço um Live, faço o Insta Stories, Snapchat. Faço meu dia a dia. Falo que “eu estou comendo isso”, ou “estou indo em tal lugar comer”, “olha essa opção tal e produto tal”. As pessoas se identificam porque pensam que é possível. Todos os dias alguém me fala: “Eu achava que era difícil ser vegano e vejo que você me mostrou um outro lado”, então é legal. Minha motivação é essa: demonstrar para as pessoas a possibilidade de um mundo diferente, mais colorido, mais digno, para os animais e para nós!

Você vive como youtuber? O que faz para ganhar dinheiro?

Começou com uma ideologia. Todo mundo que começa com uma coisa ideológica, sem a intenção de ganhar grana, é que se dá bem na vida. Porque você está fazendo porque aquilo vem do coração. Eu fiz de coração. Eu queria fazer muito. Se eu ganhasse grana ou não, dane-se! E tenho dezenas de profissões: publicitário, ator, modelo, palhaço, professor de yoga, designer. Enfim, eu larguei tudo isso para me dedicar ao programa. No começo não dava para minha subsistência, mas aí você tem que achar formas de capitalizar aquilo. Como sou publicitário, então eu estou antenado e você tem que ter uma coisa comercial para seguir adiante. Não adianta você falar “eu vou fazer isso” e você não vende aquilo, não é assim. Aí eu achei uma forma de capitalizar, lancei um livro de receitas, camisetas, dou curso de culinária e fui fazendo merchandising. O canal do youtube, mesmo, me dá 300 reais por mês, que nem é um salário mínimo. Mas isso é visibilidade. Então muitas vezes você pode fazer uma coisa não pelo dinheiro e aquilo talvez não te dê dinheiro, mas outras coisas vão te dar. Ou seja, vai dar três vezes mais trabalho.

Você ajuda alguma ONG ou participa de alguma instituição de proteção aos animais?

Sim, dezenas. Inclusive eu fiz uma brincadeira, disse que quando eu chegasse a 100.000 inscritos no meu canal VegitariRANGO eu ia doar duas toneladas de comida para um santuário de animais que foram resgatados de matadouros lá no Rio de Janeiro. Eu cheguei a 100.000 e hoje estou com quase 144.000 e fui lá, doei, gravei tudo. Está no youtube. Doei para várias causas já, mas essa foi uma coisa marcante, bem bacana.

Leia mais a respeito dos Festivais e Feiras veganas em São Paulo aqui.

Feiras veganas na cidade de São Paulo

As feiras veganas estão se tornando cada vez mais populares na região de São Paulo, a maior capital brasileira. Esses eventos, que contam com fornecedores e marcas 100% animal friendly, ajudam a promover essa cultura e difundir os ideais de proteção aos animais e o meio ambiente com muita comida gostosa, gente feliz, música boa e diversas atividades e palestras.

Festival de Outono Vegano

O festival aconteceu nos dias 18 e 19 de março, no Colégio Santa Amália, do ladinho do metrô Saúde. A entrada e atividades eram gratuitas e os produtos foram comercializados a um valor que não ultrapassava R$ 15,00. Por ser um local fechado, trouxe comodidade a todos que frequentavam a feira e atraiu muitos consumidores.

Desde sorvete vegano a hambúrguer de falafel, encontramos e exploramos diversos sabores da culinária vegana, tudo feito com muito amor e sem origem animal. Além de diversas opções de hambúrguer, feijoada, coxinha, doces, queijos e massas, encontramos produtos de limpeza para casa, cosméticos, roupas, acessórios e até itens para pet.

Hambúrguer de grão-de-bico (Foto:/ Carolina Merino)

Durante o evento, em uma sala reservada aconteciam palestras de conscientização sobre a violência causada aos animais pela indústria alimentícia e adaptação à nova dieta restrita de origem animal, assim como outros assuntos que envolvem esse universo.

Uma das atrações era a feira de adoção de animais resgatados e a presença do youtuber Flávio Giusti, do canal VegetariRANGO (leia nossa entrevista exclusiva com ele).

O evento foi promovido pela VegNice, empresa que divulga e propaga eventos veganos para proteção e respeito aos animais. Dá uma olhada no site deles: http://vegnice.com.br/

Encontro Vegano de Páscoa JMA J’adore mes mais

A Paulista, avenida mais famosa de São Paulo, foi palco de mais um encontro vegano no dia 9 de abril, domingo. Com entrada gratuita e próximo ao Metrô Brigadeiro, o tema central dessa feira era Páscoa, mas diversos produtos foram oferecidos aos consumidores.

Com muito chocolate, comidas gostosas, roupas, produtos de higiene e cosméticos, o evento ainda contou com uma feira de hortifruti orgânicos, palestras, teatros educativos, yoga e meditação.

Confira um pouco do que rolou no vídeo abaixo:

O evento foi promovido pelo Encontro Vegano JMA J’adore mes mais, que tem como objetivo promover o veganismo e apresentar a possibilidade de viver sem a exploração de animais, pessoas e natureza. Confira o facebook: https://www.facebook.com/encontrovegano/

Provamos e aprovamos

1. Chifre de unicórnio vegano

Chifre de unicórnio (Foto:/Reprodução https://www.instagram.com/unideliciasveganas/)

Casquinha de sorvete recheada com Choco Creme (um creme com chocolate belga e avelã) e morangos.

Por: Uni Delicias Veganas (https://www.unidelicias.com/)

2. Falafel no pão sírio

Falafel no pão sírio (Foto:/ Reprodução https://www.instagram.com/hayafalafel/)

Pão sírio, falafel (bolinho frito com grão-de-bico e condimentos) e salada com molho.

Por: Haya Falafel (https://www.facebook.com/hayafalafel)

3. Sorvete de acerola

Sorvete de acerola (Foto:/ Reprodução https://www.daseis.com.br/)

Natural e caseiro, feito com água e frutas.

Por: Das Eis Sorvetes Gourmet (https://www.daseis.com.br/)

Guia de lugares vegetarianos e veganos em São Paulo.

Com a correria do cotidiano paulistano muitas pessoas não possuem o hábito de preparar suas próprias refeições e tendem a comer em locais próximos aos lugares onde trabalham e/ou estudam. Para ajudar a vivenciar um pouco mais o universo vegetariano/vegano, selecionamos alguns locais que oferecem comida boa e de qualidade.

Um dos restaurantes que selecionamos para demonstrar como geralmente são os espaços vegetarianos/veganos foi o Biozone, localizado na zona oeste de São Paulo.

Entrada principal do Restaurante Biozone

No local, além do restaurante, encontra-se uma loja de artigos alternativos. Os dois ambientes transmitem a sensação de conforto e tranquilidade, com música ambiente, assentos aconchegantes e atendentes extremamente simpáticas.

Sala de espera para a entrada no restaurante

As donas e também funcionárias do local contam que resolveram abrir um restaurante vegetariano devido ao seu próprio estilo de vida (já que ambas são adeptas do vegetarianismo), por estarem contribuindo para a saúde das pessoas e, com isso, sendo ativistas na luta.

O espaço funciona também como um Café, servindo grande variedade de porções. As mais vendidas, segundo elas, são as de quibes e brownies. Uma característica interessante da Biozone é o cardápio das refeições. Não há pratos específicos para determinados dias da semana, cada dia é um prato diferente. Se gostou do estilo excepcional, o restaurante se localiza na Rua Fradique Coutinho, 1225.

Minicardápio do que é servido no restaurante

Além desse, localizamos e separamos alguns dos melhores restaurantes de São Paulo, por zona, para que você possa se deliciar com comidas saudáveis e ecologicamente responsáveis, tanto veganas, vegetarianas, ovolactovegetarianas e lactovegetarianas.

ZONA CENTRAL:

Subte Vegan — Rua 24 de Maio, 188 — República

Apfel Centro — Rua Dom José de Barros, 99 — República

Gopala Madhava — Rua Antônio Carlos, 413 — Consolação

Goshala — Rua dos Pinheiros, 413 — Consolação

Lótus — Rua Brigadeiro Tobias , 420 — Centro

Nutrisom — Viaduto Nove de Julho, 160 — Bela Vista

Safra Natural — Rua Venceslau Brás, 86 — Centro

Saúde e Sabor — Rua Luís Coelho, 222 — Consolação

Lá de Casa — Rua Augusta, 829 — Consolação

Guna Vegan — Rua Augusta, 1982 — Cerqueira César

Maoz — Rua Augusta, 1523 — Consolação

ZONA NORTE:

Veggie Café — Rua Dr. Zuquim, 1720 — Santana

Bento Natureba — Rua Marambaia, 60 — Casa Verde

Sharanam Burguer — Rua Padre José dos Santos, 80 — Santana

ZONA SUL:

Loving Hut — Rua França Pinto, 243 — Vila Mariana

Vita Natural — Alameda Campinas, 244 — Jardim Paulista

Flora Comida Vegana/ Vegetariana — Avenida Jabaquara, 1126 — Saúde

Grã Fino — Rua Pedroso Alvarenga, 672 — Itaim Bibi

Rawarchi — Rua Humberto, 281 — Vila Mariana

Babilá — Avenida Chucri Zaidan, 902 — Morumbi

Túnel do Tempo Cultura VEG — Rua Major Maragliano, 387 — Vila Mariana

Vegg’s — Alameda Jaú — 1581 — Jardim Paulista

Flora Comida Vegana e Vegetariana — Avenida Jabaquara, 1126 — Saúde

Super Natural — Rua Augusta, 2992 — Jardins

Congosto — Rua Cisplatina, 82 — Ipiranga

ZONA OESTE:

Barão Natural — Rua João Moura, 861 — Pinheiros

Casa Jaya — Rua Capote Valente, 305 — Pinheiros

VeganosSP — Rua João Moura, 901 — Pinheiros

Casa Prema — Avenida Eusebio Matoso, 246 — Pinheiros

GOA — Rua Conego Eugenio Leite, 1152 — Pinheiros

Simplesmente — Rua Mourato Coelho, 1008 — Pinheiros

Meaípe — Rua Fradique Coutinho, 276 — Pinheiros

Sanpo Bentô Deli — Rua Fredique Coutinho, 166 — Pinheiros

Badema — Rua Oscar Freire, 2529 — Pinheiros

Las Magrelas — Rua Arthur de Azevedo — 922 — Pinheiros

Quitandoca — Rua Guaicuí, 53 — Pinheiros

Vegan & Co ( Vila Veg) — Rua Padre Justinho, 653 — Butantã

Solli Orgânicos — Avenida Pedroso de Morais, 816 — Pinheiros

ZONA LESTE:

Boa Saúde Restaurante Vegetariano — Rua Tobias Barreto, 809 — Mooca

Armazen 77 — Rua Betari, 525 — Penha

Mamaafrica Comida Africana — Rua Cantagalo, 230 — Tatuapé

Gran Vegano — Rua do Oratório 29 — Mooca

Casa Tucá — Rua Tijuco Preto, 262 — Tatuapé

Bella Mooca — Rua Dr. João Batista de Lacerda, 96 — Mooca

Para ajudar temos abaixo um mapa com os restaurante: