O que aprendi comendo nacos do corpo de cristo
Álisson Coelho
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Sim! você chegou no ponto. A tendência das pessoas é começar a questionar, muitas coisas que fazemos como hábito porque nossa avó, tia, mãe, nos mandava fazer e acatávamos porque éramos apenas criança, conforme vamos amadurecendo e evoluindo começamos a enxergar “certas coisas” dentro das igrejas (seja ela evangélica, católica) ou até em cultos de outras religiões e começamos a tomar consciência espiritual de que nem tudo é o que parece.

O que mais me preocupa na questão do hábito é que ele não é uma coisa que se combate facilmente, tem coisas dentro da igreja católica que vem de milhares de anos, como por exemplo: a adoração ás imagens, ascender velas, ajoelhar, etc… e isso atrasou tanto a humanidade que os valores foram distorcidos e hoje as pessoas se prendem a estes hábitos para justificar serem bons cristãos, quando na verdade ser cristão é seguir os exemplos do único cara que deu bons exemplos de comportamento pra esse mundo que foi Jesus.

Seu pai está certíssimo em não ter aceitado nada em troca ao ajudar alguém, é só se perguntar: e Jesus aceitaria? assim como as igrejas não deveriam aceitar nenhum dinheiro de ninguém.

Se te interessar, dá uma lida nas obras do Osvaldo Polidoro, ele fala muito sobre essa questão de combater os religiosos profissionais, tem um trecho que ele diz no livro “ A bíblia dos Espíritas — Enquanto os homens acreditarem em clerezias, formalismos, dogmas, paus e pedras, traindo a lei, a terra será um mundo inferior, de guerras, pestes e fomes. Quando, entretanto, os homens se negarem a dobrar os joelhos diante de homens fantasiados e de paus e pedras, quando fizerem questão de cultivar a Virtude e a Sabedoria. então as coisas mudarão na face do mundo”

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