Não gosto de café, mas te faço litros.
Gosto do cheiro teu quando encontra a xícara
Aí deita, para enrolarmos mechas, olhos e lençóis.
Acaba com tudo.
Quem se importa?
Pano se lava, sexo não.
Dos meus segundos de paz suprema, abro os olhos.
E continua não me importar o céu.
E lá, de mãos dadas, olhando para os lados …
Quem quer entrar? Quem quer atravessar?
A solidão é tão autodidata.
O amor tão disléxico.
E sempre nos restam 24 horas.