Engenheiro eletricista, o que a legislação diz sobre a carga horária de trabalho e o salário mínimo profissional.
A Engenharia é uma das profissões regulamentadas pelo sistema CONFEA/CREA, que é o órgão responsável por garantir os direitos e deveres de engenheiros e agrônomos do Brasil. Uma das regulamentações expressas por esse sistema é a remuneração do engenheiro, que garante uma recompensa mínima por jornada de trabalho.
De acordo com essa regulamentação, assim se estabelece o salário de um engenheiro eletricista, sem levar em conta suas horas-extras:
Para uma Jornada de 6h diárias — 6 salários mínimos, o que atualmente se configura em R$5622,00.
Para uma Jornada de 8h diárias — 8,5 salários mínimos, o que atualmente se configura em R$7964,50.
A carga horária da jornada de trabalho do engenheiro depende de seu contrato com a empresa, tendo os valores de 6h a 8h como base.
Mas na realidade esses valores sofrem discrepância a depender do nível profissional e da empresa em que ele trabalha. Uma pesquisa do SINE demonstrou que a média salarial de um engenheiro eletricista pode variar de R$3528,41 a R$14558,13. [Tabela abaixo]

O nível do profissional depende de seu grau acadêmico e dos anos de experiência, portanto se poderia concluir que a carreira de um engenheiro eletricista tende a estar em ascensão conforme o passar dos anos, especialmente se este busca complementar seu currículo com outras formações acadêmicas como Mestrado e Doutorado. Durante a formação de um engenheiro, ele entra em contato com outras aptidões de sua área, e pode seguir um caminho diferente da engenharia, como o empreendedorismo, gestão ou até mesmo, se estiver disposto a ir para o exterior do Brasil, trabalhar na área de pesquisas, dessa forma sua remuneração pode ser das mais variadas.
