Tradução do que há por dentro de quem faz pesquisa artística na própria subjetividade. Dos segredos impronunciáveis que se corporificam além da minha consciência. Tradução que ainda não disse pois ainda não sei, mas já tenho em mim. Estou quase sempre me espremendo, quando o que queria era transbordar. Em forma de água, fios, sangue, em forma de bicho.