Sep 6, 2018 · 1 min read
Hoje, me vi só.
Rodeada de concreto, sarjetas e a cidade é mais cinza ainda de perto. Cercada por medos, metas e por mais que o cenário ainda me pareça familiar, talvez eu ainda nao tenha me acostumado a chamar de lar.
Nao tenho saudade.
Liberdade que nao dá a opção de errar, nao temos tempo pra respirar quando estamos ocupados demais tentando nos auto afirmar. E quando, novamente, me pego na nostalgia em que as fotos me trazem, eu sei que os 'NÓS' ja nao me cabem.
Ficou pra traz.
Recomeçar e aceitar que destino nao me pertence, somente minhas conquistas daqui pra frente serão o que eu poderei ofertar.
Aqui jaz, um futuro regado com amor mas que sem agua, tive que migrar.
