Desculpa, eu.

Naquela tarde de quarta-feira, me perdoei. No ônibus voltando da faculdade, fiz as pazes comigo. Com a minha pantufa, em casa, fazendo um chá de capim limão, pedi desculpas. Eu senti o afago da minha presença, precisei daquele momento intimista pra me dizer algo que eu não ouvia no meio do caos.

Talvez, parar de buscar aprovação de outras pessoas seja a minha maior redenção. O ego frágil não precisa e não quer ser massageado. Estou colocando ordem na casa.

Não se engane, sempre vou me lembrar do Outono de 2013, mas não vou deixar que seja o motivo de toda a minha confusão. O vento não teve culpa da minha bagunça, fui eu quem esqueci de fechar a janela.

Agora fechei e to com a vassoura na mão.

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