você é o que você cria

Eu tenho uma relação de amor e ódio com marketing, especialmente o tal do marketing pessoal. Pra uma pessoa autêntica, a ideia de moldar a imagem que as pessoas tem de você, soa como manipulação.

E devido aos meus alguns por centos que acreditam na influência dos signos em quem somos, no meu caso: sol em escorpião com ascendente em peixes e lua em aquário, que geram entre as coisas que acredito, uma necessidade de ir a fundo na situação e uma busca pela verdade, nada mais que a verdade… algo diretamente conflitante com as estratégias de branding. (Pelo menos, era o que eu achava).

Mas, recentemente fiz um workshop maravilhoso, #teiadoefeito e finalmente entendi a importância de criar, logo eu, uma designer.

E em outra oportunidade, durante o curso de design de interação realizado pela Unidade Acadêmica de Design da UFCG, Universidade Federal de Campina Grande, eu aprendi que existem alguns níveis do mkt, e que aquela ideia de que propaganda é enganosa é um conceito atrasado e superficial {que infelizmente ainda existe, mas está falido} porque hoje as pessoas têm muito mais acesso a informação e portanto capacidade de escolher produtos baseado em seus insights e convicções e não meramente porque algum comercial disse que ela deveria ter aquilo.

O marketing está muito mais elaborado e intrínseco a uma história que contamos e queremos que seja real. A algo que criamos. A um conceito. A uma verdade, mesmo que ainda intangível.

Então, tá autorizado vender uma ideia, mesmo que seja só uma ideia por enquanto? Tá.

-Laryssa, não entendi nada desse texto.
-Comenta o que não entendeu que se alguém comentar eu explico, se ninguém comentar eu não explico, que não vou ficar falando para as caixas de comentários.

Aquele abraço,

Laryssa