Ouço muito sobre ti agora que somos nada, muitos de nossos amigos vem até mim me perguntar como estamos, onde estamos. Alguns amigos somente meus estão sempre me alertando e avisando que não devo ceder de novo e por vergonha ou medo do que eles possam me falar depois eu continuou na minha, sem demonstrar qualquer sinal que eu queria que você mandasse um Oi. 
Agora que tudo parece acabado e só restou ruínas teus amigos vem até mim e dizem que acreditam muito fortemente que vamos voltar — se falar. 
E eu claramente angustiada e tocada e magoada e irritada digo que eu não volto atrás, se tu não voltar primeiro. Que eu não chamo e não vou até a fonte do meu sofrimento, que não aceito tu chegar de fininho pedindo conforto de novo, tão fácil. 
E eles me dizem, que se eu não for tu também não vem, e eu fico brava por dois segundos, porque tu sempre quis que eu fosse e eu sempre fui, até ti, queria que uma vez na extensão dá vida tu fosse o primeiro a dar o primeiro passo, mas passa e eu me conformo que eu fui muitas vezes pra mesma direção e agora eu vou seguir o oeste, meu sul já não me agrada. Se eu não for tu também não vem, e tudo bem se não vier, eu não vou também mesmo morrendo de vontade de chegar aí, eu não vou, não vou nem que eu precise perder meu rumo pra sempre, se tu vem eu vou. mas tu não vem e eu não vou.

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