Era madrugada, dois de dezembro de 2017 e o coração aflito sobre essas coisas do futuro, coisas de amor.

É incrível como o Senhor modifica áreas importantes da minha vida poderosamente nos finais dos anos — mas não é esse o assunto…

O motivo da minha gratidão hoje é ter um Deus pontual -e é incrivelmente cômodo para minha alma saber disso- Ele sempre vem. E, hoje, mais do que nunca sei que não é por misericórdia. Tenho errado tanto e errado de forma consciente. O pecado faz parte de mim. Ele continua aqui infelizmente. O que me conforta é saber que sou liberta de sua escravidão por proveniência também de meu Pai.

Relações homem-mulher nunca foi meu forte, sou bem inexperiente para ser mais sincera. Tudo que tive parece não ter significância diante do que estar por vir…de uns tempos prá cá não tenho parado de pensar em Dindí e é tão utópico. Nos conhecemos, as impressões não foram boas mas, um ano depois, Dindí volta a minha mente entre lembranças vazias mas que prometem futuro certo. Inspiração divina. Volto minhas orações a isso pois é o que tem estado em meu coração ainda que não faça o mínimo de sentido. Não é racional. É intervenção divina em coração terreno e, ufa, ainda bem, como é reconfortante entender que terei relacionamento inspirado pelo Espírito santo, reafirma tudo que pensei durante todo esse tempo.

Aguardo ansiosamente para encontrá-lo e entender como será esse (re)começo.

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