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essa noite sonhei que estava com um grupo negociando para ir pro Salar de Uyuni! no grupo estava uma das minhas artistas preferidas, a letícia. havia que se cruzar umas águas tempestuosas no caminho. eu enumerava os motivos para não irmos: a hora avançada, os raios e trovões que só eu via. enquanto isso letícia se empenhava e negociava preços com o barqueiro.

olha o vazio:

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não deve ser tão difícil assim.

difícil — ainda mais em tempos de tão refinados perfis — é se deixar SER vazio. pra que algo novo possa entrar.

abrir mão de toda construção: demolir os muros entre o ser e o estar.

[penso assim e logo minhas pernas enrijecem de preguiça e medo, dessa preguiça que É medo, que é vontade de ficar com a já conhecida e tão amiga dor. levanto tentando sacudir as pernas, dou alguns passos com as costas encurvadas como se fosse uma anciã, depois volto a ser jovem… e vou!]

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