Nossa, Laura!
Babi Vanzella
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Pois é, Babi, me pergunto o mesmo. Acho que o que varia é o quão evidente está que seu texto é sobre você mesma, porque, na realidade, ele sempre será. É o nosso ponto de vista, são nossas escolhas discursivas, temáticas, de abordagem, nossos interesses e motivações que encaminharam àquilo… Enfim, acho que não tem como separar autor(a) e obra.

Também me identifico com esse sentimento de farsa. Tem gente que me acha a pessoa mais bem resolvida do mundo, pela maneira como trato de certos assuntos. Uma coisa é escrever sobre o assunto, outra é vivê-lo, não é mesmo? De qualquer forma, como falei no texto, aprendo muito nesse processo, então, considero o saldo positivo.

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