Um dia na casa do Big Brother #HackathonGlobo

Como será que é a casa mais famosa do Brasil?

Créditos da foto: Richard =D

Estagiar na Rede Globo abre uma gama de oportunidades que eu nunca imaginei. Mas não sei quão diferente seria se eu estivesse em outra empresa, já que esse meu estágio é minha primeira imersão no mundo empresarial da tecnologia.

Assim como eu nunca me imaginei trabalhando em uma das maiores empresas de telecomunicação do Brasil, eu nunca achei que eu pararia na casa do Big Brother.

Neste último fim de semana rolou o terceiro Hackathon da Globo, que rola dentro da casa do BBB.

52 pessoas de todos os cantos do Brasil foram selecionadas através do 99Jobs para participar. Incluindo dois amigos meus: A Dayanne Fernandes e o Igor Santos.

Nesta edição a galera teve disponível uma plataforma da RedHat, o OpenShift, e o Visa Checkout. Que eles poderiam ou não usar dentro do projeto. Mais notícias sobre o hackathon você encontra aqui.

Pois o que eu vim compartilhar, foi como foi minha experiência de estar lá dentro.

No momento em que eu cheguei, já conheci uma galera de Tecnologia da Globo. Como são vários prédios e vários departamentos, uma conexão entre os funcionários da tecnologia fica complicado.

Eu, Carlos, Miguel, Ricardo, a Dayanne e o amiguinho dela que não sei o nome xD

Essa galera de amarelo, tirando eu, fazem parte da Pesquisa e Desenvolvimento da Globo, onde eles inclusive possuem algumas impressoras 3D… Então você já sabe que eu colei com eles né? HAHAHA

Configurando o Atelier para testar na 3DCloner xD

Foi genial trocar ideia com o Ricardo, que já tem mais de 20 anos de casa e gosta de brincar com uns Arduinos e até Assembly. O carro da Fórmula 1 que foi divulgado esses dias nos jornais, foi feito pela equipe dele e mais uma galera. Desde a concepção ao protótipo.

Uma coisa que me fez cair o queixo também, foi quando a Fernanda Gentil disse que a mesa virtual que é usada no Globo Esporte foi feita dentro da Globo. Foi como o Du do 99Jobs que estava apresentando o Hackathon junto com a Fernanda disse: “A gente pensa que eles foram em alguma feira tecnológica na gringa e compraram isso, mas não, eles fizeram aqui.”

Fora isso estar lá no BBB foi estranho. Faz tempo que eu não assisto TV, e obviamente não acompanho o BBB além das news que aparecem no meu feed de notícias. Então o hype não foi grande. Mas de qualquer forma, ver como a casa é construída, como é a estrutura por trás das paredes para acompanhar tudo que rola lá, e ficar na dúvida porque as paredes tem números e descobrir que a temática da casa foi baseada na cidade de Paraty e que são cópias das casas que ficam lá na cidade, foi deveras interessante.


Já no fim da tarde de domingo começaram os pitchs e a galera começou a apresentar o que eles desenvolveram. Os projetos que me chamaram mais a atenção foi o grupo que usou o Emotive para analisar reação de pessoas a assistirem a novelas e outros conteúdos, que foi chamado Gemotion, e a do grupo que adicionou uma camada de áudio inaudível para humanos(e animais, rs), em programas da programação, que dependendo do programa ele faz push notifications no seu smartphone de anúncios de produtos vendidos pela Globo. Foi maior barato a ideia desse grupo, é o GloboWave.

No fim, como em todo evento rolou uns drinks e um networking, quando a galera já podia relaxar depois que o pitch acabou e o resultado foi anunciado.

Acabei descobrindo mais funcionários da Globo que tem impressora 3D , e isso foi muito importante para o futuro do meu projeto, o Atelier. Usarei eles de cobaia para testar mais o Atelier e já ganhar a confiança deles em nosso projeto.

No mais, só tenho a dizer que foi foda demais. =D


Por hoje é só pessoal!