#mineirazo: O Ciberjornalismo e a atividade do Twitter durante a Copa do Mundo — 2014

Lilian Cristina Monteiro França/Acássia Araújo Barreto/Thiago Vieira Pereira

Os sistemas de personalização de conteúdo para internet surgiram para atender às necessidades dos consumidores de conteúdo, sem que estes precisem garimpar uma quantidade enorme de textos ou imagens. Mas esses sistemas necessitam de mecanismos de busca robustos, como o Google, para catalogar um determinado conteúdo e então avaliar o que é relevante. Porém, esses mesmos mecanismos de busca ainda precisam indexar e organizar os conteúdos, o que ainda depende em grande parte de técnicas de indexação que devem ser implementadas pelos próprios produtores de conteúdo. Ou seja, após o conteúdo ser produzido, ele ainda precisa ser indexado e catalogado para ser eficientemente recuperado.

Essa mentalidade reflete bastante nosso objeto de estudo, o Twitter, expressando a dicotomia entre a ênfase no registro e a ênfase no efêmero. O Twitter se esforça para ser um termômetro do agora, entregando furos de reportagens ou cobrindo em tempo real situações em todo o planeta. A cobertura em tempo real é, aliás, uma das características do ciberjornalismo, movido pelo imperativo da constante atualização.

O Twitter é um serviço de micloblogging criado em 2006, inicialmente difundido entre entusiastas da tecnologia da informação, que posteriormente ganhou a adesão de celebridades, que publicavam detalhes inacessíveis de seu dia-a-dia; assim a ferramenta ganhou atenção da mídia de massa e, consequentemente, de segmentos mais gerais da sociedade (ISRAEL apud SANTAELLA & LEMOS (2010, p. 64).

O site não tem uma função específica como rede social. Ao contrário de outras redes onde o foco está na relação com indivíduos, como Orkut ou Facebook, o Twitter tem a peculiaridade de servir mais como mídia social: o foco não se encontra nas pessoas em si, mas nas informações que elas publicam em seus perfis, as ideias, notícias ou narrativas que constroem as identidades de cada perfil.

O idealizador, Jack Dorsey, inspirou-se nos taxistas, que podiam dar sua localização às bases através de rádio. Se os taxistas podiam dizer onde estavam e o que estavam fazendo, por que qualquer um não poderia fazê-lo? Dorsey convenceu Evan Williams, criador do Blogger, atual plataforma de blogs do Google, a apostar em sua ideia (TELLAROLI, 2010). Quando o site foi lançado, instigava as pessoas a responder “o que você está fazendo?”. Porém só uma pequena parte dos usuários respondia a esta pergunta apropriadamente. No estudo “Twitter: Expressions of the Whole Self, an investigation in to user appropriation of a web-based communications plataform”, Mischaud (2007) mostrou que apenas 35% dos usuários o faziam, sendo que o restante foi classificado da seguinte maneira:

‘Pessoal’ (pensamentos e detalhes sobre a vida do usuário); ‘Família/Amigos’ (mensagens direcionadas a uma pessoa específica; sentimentos ou pontos de vista sobre outra pessoa); ‘Informação’ (informação e notícias); ‘Trabalho’ (referências ao local de trabalho, colegas, ou tarefas diárias); ‘Conversa pequena’ (compressão dos subtemas ‘Comida’, ‘Cultura Popular’, e ‘Tempo’); ‘Tecnologia’; e ‘Atividade’ (eventos que acontecem ou tarefas completadas) e ‘Miscelânea’, formado por postagens inclassificáveis. (MISCHAUD, 2007, p.21).

Assim, a maior parte do conteúdo do Twitter remete a assuntos radicalmente contemporâneos, com vida útil bastante curta para discussões. Tentado ser uma espécie de termômetro para o agora, atualmente o Twitter expõe para o usuário a pergunta “o que está acontecendo?”. Com o foco no urgente, nos assuntos que estão em discussão acalorada neste momento, o Twitter se torna “Uma verdadeira ágora digital global: universidade, clube de entretenimento, ‘termômetro’ social e político, instrumento de resistência civil, palco cultural, arena de conversações contínuas” (SANTAELLA & LEMOS, 2010, p. 66).

Esta dinâmica se dá através da seleção de canais de informação para o recebimento de informações, “seguindo” os perfis que divulgam as informações que mais aprazem aos usuários. O fluxo de informação recebido é de inteira responsabilidade do usuário, escolhendo quem irá fazer parte do seu “cardápio informacional”, criando um canal de recebimento de informações que é único e personalizado. O atual lema do Twitter, “Follow your interests”, mostra a intenção do site em ser um “lugar” onde seus usuários podem ficar interconectados e informados sobre os assuntos que lhes são relevantes.

As ações ocorrem sobre uma estrutura que possibilita a transmissão de informações de maneira fácil e simplificada. O usuário pode “tweetar” um texto puro de até 140 caracteres, um texto junto com um hiperlink (atualmente é reduzido pelo próprio Twitter e ocupa cerca de 20 caracteres) ou um texto acompanhado de uma foto (pode ser enviada sem auxílio de sites terceiros, tais como Instagram ou yfrog). Ainda é possível anexar ao texto a informação sobre o local de onde está sendo enviado, através de geolocalização.

A interação entre as contas do Twitter é feita através das ferramentas reply, direct message e retweet. O reply é uma espécie de resposta pública, aberta a todos os usuários da internet, mecanismos de busca e interessados. O direct message é uma mensagem privada que só pode ser efetuada entre usuários que seguem um ao outro. O retweet é a ferramenta que permite a retransmissão de informações. Ao clicar no botão de “retweetar”, todos os seguidores da conta receberão a mensagem. Quem recebe a mensagem “retweetada” pode fazer retweet novamente, amplificando o recebimento da mensagem. Sobre a função, Primo (2009, p. 61) argumenta que “um simples retweet pode não apenas ampliar o alcance de uma informação, mas também criar novas conexões, motivar debates a partir de uma perspectiva diferente, e até mesmo gerar uma ação coletiva em rede”.

No Twitter destaca-se, também, a utilização de hashtags, palavras-chave que, precedida do sinal “#” funcionam como hiperlinks que podem ser indexados. As hashtags indicam os temas mais populares em um determinado momento, constituindo os trend topics. Vejamos, por exemplo, a nuvem de hashtags (hashcloud) da conta do Twitter do jornal El pais Brasil (@elpais_brasil), para julho de 2014 (Figura 1):

Figura 1 — Hashcloud — El Pais Brasil — gerada a partir do Tweetstats — julho de 2014

A figura indica que o trend topic daquele momento era a Copa do Mundo, com três hashtags gerando o maior fluxo comunicacional: #copa2014, #finalchampions, #copa, o que indica a importância do Twitter para a divulgação do evento.

O crescimento do Twitter enseja a análise da ferramenta através de diferentes óticas. Nesse estudo, o objetivo é o de examinar a interação entre as redes sociais e o ciberjornalismo, tomando como uma das referências a hashtag #mineirazo.

Mais do que um novo termo a expressão, “mineirazo” (e suas variações) influenciou significativamente a divulgação das notícias sobre o jogo ocorrido em 8 de julho de 2014, no Estádio do Mineirão, Belo Horizonte. Na noite do mesmo dia, 8 de julho, a Wikipédia já apresentava o verbete “mineirazo”, cujo conteúdo foi redirecionado para o verbete “mineiraço”.

A metodologia utilizou os recursos da ferramenta “Twitter Advanced Search” — TAS — e os softwares de monitoramento de redes sociais, TweetStats, Twitaholic, TweetArchives e TwitterCounter, entre outros, de acesso gratuito.

Mídias Sociais: a vitória das pequenas conversações

As chamadas mídias sociais são ferramentas disponíveis na internet que permitem aos indivíduos iniciarem conversações, muitas vezes assíncronas, entre indivíduos em nível “todos para todos”, subvertendo a lógica tradicional das mídias de massa, de “um para todos”. Raquel Recuero (2008) destaca as características deste tipo de mídia, sumarizadas a seguir:

1. Emergência de Redes Sociais

2. Emergência de Capital Social Mediado

3. Conversação

4. Diversidade de Fluxos de Informação

5. Apropriação Criativa

Assim, as mídias sociais têm esse nome justamente em função de estar em seu cerne a geração de capital social através da interação entre seus usuários. O resultado final é que muitas vezes essa capacidade de gerar algum tipo de sociabilidade é mal interpretada: as redes sociais digitais e as mídias sociais são a mesma coisa? Onde termina uma e começa a outra? Jader Felix (2010) faz uma distinção interessante. Para distinguir os conceitos, Felix (2010) define as redes sociais como:

[…] relacionamento de pessoas dentro de um grupo socialmente organizado. Em outras palavras, pessoas que se comunicam dentro de um grupo específico por afinidade de interesses. Chamamos de redes, pois esta foi uma forma figurativa adotada para definir um grupo de pessoas que estão ligadas de alguma forma (FELIX, 2010, p. 74).

Estas redes possuem as características citadas por Recuero (2008), “trocando informações [diversidade de fluxos de informações], organizando grupos exclusivos e inclusivos, criando diferentes modos de se relacionarem [apropriação criativa]” (p. 41).

Para definir as mídias sociais, Felix (2010) retoma o sentido original de “media”,

[…] que está diretamente associada a “meio”. Ou seja: “meio social”. Se entendermos dessa forma, “Mídia Social” se torna, de certa forma, outro nome para definir “Rede Social”, sendo que com outra abordagem: ao invés de se tratar da ligação entre as pessoas, tratar-se-ia do ambiente onde elas estão se relacionando (FELIX, 2010, p.71).

Assim a palavra “mídia” está mais relacionada a “meio de comunicação”, um veículo em que os usuários utilizam como meio de comunicação. A diferença aparece “quando atentamos para o fato de que em Mídia Social”, as pessoas se comunicam, individualmente, mas não entre si, pois não geram uma “rede” de relacionamento (FELIX, 2010, p. 71). Felix (2010) fala, ainda, de situações nas quais não existem laços criados entre os usuários, onde estes apenas divulgam informações, mas não praticam conversações. O fato de o foco estar nas informações, e não nas pessoas, dá a este uso das mídias sociais uma semelhança às mídias de massa, um modelo um para todos. Mas essa semelhança logo é desfeita, pois atualmente as mídias sociais têm mecanismos de conversação entre os emissores e receptores, através de mensagem direta ou sistemas de comentários.

Com base no exposto pode-se considerar que esta “vitória das pequenas conversações” tem influenciado o ciberjornalismo. A incorporação de estilos, estratégias, expressões, linguagens e narrativas têm alterado o modo de se fazer jornalismo.

A utilização da hastag #mineirazo permite apresentar alguns pontos de aproximação entre o Twitter e outras práticas de ciberjornalismo.

#mineirazo — ciberjornalismo, Twitter e Copa do mundo

O ciberjornalismo remete ao uso de processos automatizados proporcionados pela cibernética, dentro ou fora do ciberespaço. Para Mielniczuk (2003), “A utilização do computador para gerenciar um banco de dados na hora da elaboração de uma matéria é um exemplo da prática do ciberjornalismo” (p. 4). Esse tipo de procedimento foi utilizado pela revista Veja, que criou o “Corneteiros.com”, um serviço de infográfico que permitia ao internauta acompanhar em tempo real as críticas e elogios aos jogadores e técnico da seleção brasileira a partir de uma série de tweets (Figura 2).

Figura 2 — Corneteiros.com (Veja, Twitter e Flowics)

O acompanhamento em tempo real das variações na avaliação dos jogadores e técnico aponta para a possibilidade de acompanhamento de uma série de outros temas que podem ser extremamente relevantes para o universo do ciberjornalismo. Editores e jornalistas encontram nesse tipo de ferramenta um apoio na produção, realização e divulgação de conteúdos, aproveitando a interação do público para ajustar a linha editorial dos tópicos em desenvolvimento.

A integração de diversos tipos de mídia com o Twitter vem sendo intensificada, dada a capacidade de engajamento que propicia. Durante a Copa do Mundo de 2014, realizada entre 12 de junho e 13 de julho no Brasil, a atividade do Twitter bateu recorde. Apenas durante o jogo entre Brasil e Alemanha foram contabilizados 35,6 milhões de tweets enviados durante a partida, numa média de 580 mil tweets por minuto e, no total, foram 672 milhões de tweets indexados com a hashtag #WordCup (dados da Twitter Data).

Antevendo a importância do Twitter, outros grupos criam estratégias para integração de conteúdos através da ferramenta: o Estadão criou o aplicativo #EstadãoNaCopa, que reuniu conteúdos redes sociais, permitindo a pesquisa através de filtros: personalidade, jogador, hashtag, cidades, estádios ou seleção; o Twitter reintroduziu as hashflags que já havia experimentado em 2010; foram criadas mais de 50 contas e hashtags oficiais para seguir a copa: A FIFA criou seis (@FIFAWorldCup, @fifaeorldcup.es, @FIFAcom, @fifacom.es, @brazuca e @2014fuleco); a Fox, ESPN, CBN, entre outras, também criaram as suas, assim como jogadores e personalidades. As hashtags oficiais foram: #WorldCup e #Brazil2014.

Após a derrota do Brasil contra a Alemanha a hashtag #mineirazo passou a integrar uma parcela significativa dos tweets. Derivada da expressão “maracanazo”, termo que foi criado na final da Copa de 1950, realizada no Brasil, em que o Brasil perdeu na final para o Uruguai no estádio do Maracanã — Rio de Janeiro.

A hashtag foi utilizada por outros sites: Iconosquare (7.579 fotos), Instagram (19.126 fotos), YouTube (67 vídeos), além de blogs, sites jornalísticos e algumas centenas de memes “tagueadas”. A expressão “mineirazo” e suas variações “mineiratzen”, “mineiraço”, “salsichaço”, além da recuperação de “maracanazo” e “maracanaço”, saíram do Twitter para estampar as páginas de diferentes jornais: o Nation Deportiva utilizou a expressão em uma de suas manchetes: “¡Mineirazo!”; o La Hora utilizou a variação do termo em alemão: “Ni 11 Neymares podían evitar el ‘Mineiratzen’”; variação que o jornal O Globo utilizou para estampar na capa de sua edição de 9 de julho de 2014, dia seguinte ao da derrota para a Alemanha (Figura 3); o Diario Trome também utilizou o termo: “Brasil 2014: ‘Mineiratzen’, el nuevo ‘maracanazo’ del siglo XXI”; o espanhol AS estampou: “Siete Maracanazos” (Figura 4).

Figura 3 — Capa do jornal O Globo, 9 de julho de 2014

Figura 4 — Manchete do jornal espanhol AS, 9 de julho de 2014

No período de 8 de julho a 8 de agosto de 2014, a hashtag apareceu em 11.289 tweets (TwitterStats) e, um mês após o evento, a hashtag voltou a aparecer em tweets que mencionam a derrota da seleção brasileira. O WhoTalking, serviço gratuito que mede os trend topics de um determinado momento, registrou, em 8 de agosto de 2014, um pico nas menções a #mineirazo e suas variações e, uma análise dessas menções, demonstra que a discussão está focada na tristeza, críticas e cobranças por mudanças na seleção e no sistema que regem o futebol no país.

A intensa movimentação no Twitter durante a Copa chamou a atenção do pesquisador espanhol Carlos Scolari, autor de Hipermediaciones, 2008, que fez o seguinte comentário: “a partida de ontem sintetizou a transição do paradigma da TV para as redes sociais. Aos 30 minutos abandonamos a TV para tuitear” (SCOLARI apud MARTINS, 2014, p.1). Scolari (2008) destaca que os padrões de consumo da contemporaneidade ocorrem de modo reticular, ou seja, na forma de hipermediação, integrando diferentes meios, linguagens e sujeitos em espaços de maior participação coletiva.

A hashtag #mineirazo funcionou como um operador simbólico que possibilitou o trânsito entre suportes e subvertendo a relação centro/periferia, no que tange à produção de informação:

Vários processos confluem através das novas formas colaborativas de produção comunicativa. Por um lado, a rede permite o intercâmbio de conteúdos entre milhares de indivíduos, rompendo com o modelo ‘um muitos’ das mídias tradicionais; por outro, a padronização e o acesso à tecnologia a milhares de usuários permitiu que estes igualmente manipulassem e produzissem conteúdos. (SCOLARI, 2008, p.193).

O caso da hastag #mineirazo em particular e da atuação do Twitter de modo mais amplo durante a Copa caracterizam a ruptura com o modelo tradicional e a importância da produção colaborativa, como assinala Scolari (2008).

Considerações Finais

O quadro conjuntural em que se insere o ciberjornalismo, no âmbito da sociedade contemporânea, torna a sua integração às redes sociais digitais imprescindível.

O Twitter tem sido utilizado como uma plataforma de distribuição de notícias, oriundas de sites e blogs, redes sociais digitais e de internautas que nela encontram espaço para postar conteúdo.

A crise nas mídias tradicionais, alavancada tanto pelo aspecto financeiro quanto pelo aspecto tecnológico, encontra no desenvolvimento de novos hábitos de consumo um desafio a ser enfrentado. Vejamos: a quantidade de caracteres presentes nas notícias tem diminuído. Não há dados para os jornais brasileiros, mas nos Estados Unidos, entre os principais veículos noticiosos há uma queda acentuada no número de matérias com mais de 2.000 palavras[6]. Em 2003, o The Los Angeles Times publicou 1.776 notícias nessa categoria. Em 2012, o número diminuiu para 256, uma queda de 86%. Nos mesmos anos, o The Washington Post publicou 2.755 notícias com mais de 2.000 palavras, contra 1.378 em 2012; uma queda de aproximadamente 50%. O The Wall Street Journal, pioneiro na publicação de longas narrativas na imprensa americana, publicou 35% menos reportagens do tipo, de 721 para 468. Apenas o The New York Times teve um resultado mais conservador, reduzindo em 25% as matérias mais longas.

O Twitter, com sua limitação de 140 caracteres, representa a tendência de encurtamento do texto noticioso e a receptividade do público pode ser verificada no crescimento constante do número de usuários que atingiu a marca de 650 milhões em 2014.

O evento “Copa do Mundo” serve como parâmetro para analisar o potencial da ferramenta; com dados expressivos de atividade e engajamento, o Twitter “fez a diferença” na cobertura da Copa. O exemplo aqui apresentado, a hashtag #mineirazo, mostra como um termo pode rapidamente se disseminar e cruzar as fronteiras das redes sociais digitais, interagindo com diferentes formas de mídia tradicional, passando do modelo top down para o botton up, cujos desdobramentos se fazem sentir tanto no jornalismo tradicional quanto no ciberjornalismo.

Referências Bibliográficas

FELIX, Jader. Rede Social ou Mídia Social? Quem é quem? 2010. Disponível em <http://jaderfelix.wordpress.com/2010/05/11/rede-social-ou-midia-social-quem-e-quem>. Acessado em 13 de fevereiro de 2014.

MIELNICKZUC, Luciana. Jornalismo na Web: Uma contribuição para o estudo do formato da notícia na escrita hipertextual. (tese de Doutorado). Salvador: UFBA, 2003.

_______. “O Link como recurso da narrativa jornalística hipertextual”. Anais do XXVIII Congresso Brasileiro de Ciências da Comunicação. Rio de Janeiro: UERJ, 2005.

MARTINS, Gerson. Brasil, Alemanha e o Twitter — A mídia social substitui a mais popular das mídias, a televisão. 01 de agosto de 2014. Disponível em: <http://www.semanaon.com.br/coluna/3/1082/brasil-alemanha-e-o-twitter>. Acessado em 8 de agosto de 2014.

MISCHAUD, Edward Twitter: Expressions of the Whole Self. An investigation into user appropriation of a web-based communications platform, 2007.Disponível em: <http://www.lse.ac.uk/collections/media@lse/mediaWorkingPapers/ MScDissertationSeries/ Mishaud_Final.pdf.> Acesso em 15 de janeiro de 2014.

PRIMO, Alex. Dossiê Alex Primo (blog). O Poder do Retweet em Redes Sociais, 2009. Disponível em: <http://www.interney.net/blogs/alexprimo/2009/04/06/ o_poder_do_retweet_em_redes_sociais/>. Acessado em 15 de janeiro de 2014.

RECUERO, Raquel. O que é Mídia Social? 2008. Disponível em <http://pontomidia.com.br/raquel/arquivos/o_que_e_midia_social.html>. Acesso em 13 de fevereiro de 2014.

SANTAELLA, Lucia; LEMOS, Renata. Redes Sociais Digitais: a cognição conectiva do Twitter. São Paulo: Paulus, 2010.

SCOLARI, Carlos. Hipermediaciones— elementos para uma Teoría de la Comunicacíon interactiva. Barcelona: Gedisa, 2008.

TELLAROLI, Taís Marina. O uso do Twitter pelos portais de notícia Uol, Terra e G1, 2010. Disponível em <http://revistaseletronicas.pucrs.br/ojs/index.php/famecos/article/view/7794/5526>. Acessado em 15 de janeiro de 2012.

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