Bel Pesce e o empreendedorismo de palco: porque a Menina do Vale não vale tanto assim
Izzy Nobre
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POMBAS, IZZY!! Você atrasou em 2 anos a entrada do nicho “Startups” no mercado do Marketing multinível. HUEHUEHUE!BRBR!

Adorei o texto. Muito bem redigido. Acho que você mostrou uma coisa interessante: 1 — Todo mundo tem um passado; 2 — Todo passado é rastreável e 3 — Algum passado pode ser reescrito, mas hoje vai ficar registrado a data de edição embaixo pra todo mundo ver, ou pelo menos no Wayback Machine.

Ela pode até ter participado de tudo o que disse mas pra não ter sido citada ou precisar agora avisar pra todos que seja citada, não deve ter tido participação relevante.

Desde a década de 90, Sempre tive um pé atrás com gente que é o próprio produto. Lair Ribeiro, Leila Navarro, Alfredo Rocha, David Camelô… enfim, a lista dos tipos é longa. Bem ou mal, essas pessoas aproveitam das vulnerabilidades alheias e com uma dose de PNL criam metareligiões. Essas pessoas não se reinventam, se adaptam ao contexto. Se ontem foi a inteligência emocional do monge executivo, amanhã será quem roubou o queijo do homem mais rico da Babilônia. Junte isso e algumas fábulas ou cases alheios no estilo Dale Carnegie e você tem o framework pronto pra rodar; e otários pra pescar é que não faltam.

No que tange otário, bom, ainda existe um pouco de otário em mim. Quero muito algumas vezes que tudo seja mais simples do que é e que O Segredo realmente fará aquela nota de 1 milhão desenhada a mão virar um aporte de investimentos em algo que nem tenho tempo pra criar porque estou trabalhando feito um retardado 08/18h pra pagar contas…

Da mesma forma, (ainda) não existe um exame que fure seu dedo e diga “olha, você vai ter câncer nos bagos daqui a 20 anos… Se prepara.” não existe exame que mostre pra um rapaz de 20 tantos anos se ele tem ou não o que é necessário para ser um Zuckinha ou Jobinho. Ou pelo menos dono de uma empresa (esquece startup, estou falando sério, até de abrir uma pastelaria). E isso é o que incomoda — terrivelmente — essa geração de novinhos empolgados. A incerteza é tão comum quanto o ar que respiramos.

Ninguém quer hoje trabalhar 20 anos, juntar dinheiro, investir em renda fixa a perder de vista pra tentar algo que pode nem dar certo; apesar de ser assim que os pais da maioria aqui criaram seus filhos.

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