A CRISE

Desemprego no contexto brasileiro

A crise de 2008 chegou ao Brasil. No terceiro trimestre de 2016, 11,1 milhões de pessoas estavam desempregadas, segundo o IBGE. Além dos impactos econômicos, a falta de emprego gera implicações sociais, como a precarização do trabalho.

A desaceleração da economia global, provocada pela crise financeira de 2008, é a principal causar o desemprego no Brasil. Já que, ao longo dos dois últimos anos, a queda das exportações de commodities (matérias primas essenciais) ocasionou contrações no setor primário da economia. Com isso, houve diminuição do PIB, , redução do crédito bancário, inflação e, por fim, demissões em massa nos outros setores.

TRABALHO INFORMAL CRESCE COM A CRISE

Uma das consequências social da crise é o crescimento paralelo do trabalho precário, ou vulnerável. Esses, em geral, são de baixa remuneração e sem garantias de direitos, como contribuição previdenciária e seguro-desemprego. Além de reduzir qualidade vida do cidadão, o aumento do trabalho vulnerável pode intensificar as desigualdades de renda e contribuir para a estagnação da pobreza.

Diante disso, para se reverterem os efeitos da crise de 2008, é preciso investir em medidas mitigadoras do desemprego. Tais como, a redução dos encargos trabalhista. Uma vez que, o custo de se assinar a carteira, de se contratar um trabalhador formal, é oneroso para as empresas. Por outro lado, os bancos ao investirem na oferta de linhas de crédito e apoio para as micro e pequenas empresas, favorecem a recuperação da renda, essencial para geração de empregos e para dinamização do mercado interno.