A destruição do homem na guerra cultural marxista

Ontem a noite tive o trabalho de assistir o depoimento de três mulheres que estão acusando Trump de assediá-las, reproduzindo o comportamento que o candidato havia se gabado numa conversa de bastidores, pela qual ele pediu desculpas e disse que era apenas “conversa de vestiário”.

Como é impossível confiar na imprensa para se chegar a uma conclusão sobre a veracidade ou não das acusações, já que ela abertamente está em campanha para eleger Hillary, resolvi acompanhar os depoimentos diretamente.

Uma das mulheres alega que Trump a assediou num avião de carreira 30 anos atrás. Em entrevista a CNN, ela dava risadas enquanto dizia que ele parecia um polvo passando a mão nela.

Assédio em pleno avião de carreira? Parece fantasioso, ainda mais pelo fato da mulher rir sobre o assunto.

A segunda suposta vítima era recepcionista num prédio em NY e disse que Trump a beijou contra a sua vontade. Um sujeito famoso fazer isso num espaço público…ninguém viu?

O terceiro caso foi o que mais chamou a minha atenção. Uma ex-participante do programa “Aprendiz” deu uma longa entrevista, acompanhada de uma advogada que sempre foi ligada ao partido democrata.

De qualquer forma, a mulher relata que há dez anos atrás teve um encontro privado no escritório de Trump, quando ela foi saudada com um beijo nos lábios. Ela disse que achou estranho, mas continuou a reunião, onde pedia conselhos e talvez um emprego. Na saída, recebeu outro beijo nos lábios…

Mesmo estranhando a situação, ela marcou um novo encontro com Trump num hotel onde o mesmo estava hospedado. Ela entrou no quarto dele e segundo ela foi agarrada pelo mesmo, no que ela recuou e eles apenas jantaram, com um Trump contrariado. No dia seguinte ainda marcaram um terceiro encontro num campo de golfe.

Mesmo que a história seja verdadeira, ninguém percebe algo estranho aí? Se eu fosse recebido por alguém no seu escritório e recebesse a tentativa de um beijo na boca indesejado, eu sairia imediatamente! Ou então ser “agarrada” contra a vontade e ainda ficar para jantar? Give me a break!

Tudo isso está com muita cara de armação.

Obviamente que a postura de Trump é detestável em muitos aspectos, facilitando o trabalho dos seus detratores. Mas entre isso e o sujeito ser um “criminoso sexual” há um longo caminho.

Testemunhos sem prova alguma, sem outras testemunhas, sem evidências…

Compare o tratamento que a mídia dá para Bill Clinton, o sujeito que comeu uma estagiária em pleno Salão Oval e mentiu sobre isso. Ou as oito acusações de estupro que são feitas contra o sujeito, sendo que em 3 casos há evidências fortes contra ele, num deles ele pagou US$ 800,000.00 para calar a boca da suposta vítima.

A própria Hillary foi pega numa gravação onde se gabava de ter conseguido absolver o estuprador de uma criança de 12 anos mesmo sabendo que ele era culpado!

Obviamente há um duplo padrão moral que aponta para o seguinte: se você é um socialista, pode cometer qualquer crime. Já se for minimamente conservador, e se opor ao projeto socialista, você está automaticamente condenado. Toda a máquina do establishment será usada para esmagá-lo, num processo muito bem explicado pelo Romeu Tuma Júnior no livro “Assassinato de Reputações”.

Também fica patente a criminalização da figura masculina. Em pouco tempo será necessário solicitar uma autorização por escrito antes mesmo de conversar com uma mulher. Quando eu passei uma temporada em New York, em reuniões de trabalho, um advogado chegou a sugerir que eu nunca entrasse num elevador que estivesse ocupado apenas por uma mulher, para evitar qualquer acusação.

De fato há um problema sério de violência contra mulher, mas utilizando como desculpa a solução desse problema o que vemos é a exploração política da questão, numa longa e lenta batalha contra a masculinidade, o que serve como uma luva ao projeto socialista totalitário.

Pesquisas mostram que um americano médio tem 50% menos testosterona que o seu pai tinha. Homens cada vez mais fracos, fisicamente, emocionalmente e psicologicamente, cordeirinhos muito mais dóceis e dispostos a serem amestrados pela ditadura do politicamente correto.

Basicamente é uma das trincheiras do marxismo cultural. É preciso destruir a família patriarcal, o maior entrave ao poder estatal absoluto. É só olhar o grosso do eleitorado socialista, formado por mães solteiras que tem no Estado o substituto do pai de família.

O mais triste disso tudo é perceber que a luta contra o homem cria uma sociedade mais violenta para as próprias mulheres e para as crianças no final das contas. Pessoas criadas sem uma estrutura familiar sólida tem uma tendência muito maior a cometer crimes. Os casos de abuso sexual infantil explodiram nas últimas décadas, não é preciso ser muito inteligente para perceber que esse é um desdobramento óbvio da ausência da figura paterna nas “novas famílias”.

Finalmente o sonho de Lênin vai sendo realizado. Uma sociedade sem família, sem valores religiosos, totalmente controlada pelo Estado.