A maior fraude eleitoral da história

“Essa eleição presidencial está sendo fraudada”, repete o candidato republicano a presidência dos EUA, Donald Trump.

A imprensa em peso se apressou em denunciar a fala como “mentirosa”, “divisora”, “irresponsável” e até mesmo como “um ataque a democracia”.

O único problema é que Trump está falando a verdade.

E a fraude acontece em vários níveis, a mais clara até aqui é o uso de quase toda a máquina midiática para eleger a candidata democrata. Nem estou me referindo a falta de isenção, pois creio que é salutar que os veículos possam defender uma linha ideológica mais a esquerda ou mais a direita, desde que isso fique claro para o seu usuário.

O problema é que:

  1. Quase todos os veículos são esquerdistas.
  2. Alguns deles são esquerdistas mas se dizem isentos.
  3. Existe uma diferença entre linha editorial e manipulação e ocultação dos fatos.
  4. O público americano está sendo manipulado ou simplesmente não informado sobre as atividades criminosas de uma candidata.
  5. Ao mesmo tempo, as falhas pessoais de um candidato estão sendo exageradas e distorcidas.
  6. A mídia concentra o debate nas características pessoais dos candidatos, em benefício de um deles, e não apresenta as diferenças ideológicas entre os dois.

Trump é traçado via de regra como um sujeito racista, misógino, narcisista, fascista e retrógrado, basicamente o pior ser humano que já pisou na Terra.

Clinton é apresentada como experiente, defensora das minorias, do “progresso”, da tolerância apesar dos seus “pequenos” pecados que qualquer político pratica.

Uma passagem específica pode ilustrar todo o esquema. Em comícios de Trump desde o início das primárias ocorriam brigas. A imprensa apresentava essas brigas como uma prova do “discurso do ódio” do candidato que provocava a violência.

Hoje sabemos que ONG’s ligadas ao Partido Democrata infiltrava pessoas nesses comícios justamente para produzir a confusão. Um grupo de jornalistas ligados ao Partido Republicano conseguiu filmar diretores dessa ONG, explicando todo o esquema:

Depois que a fraude foi descoberta, quase ninguém da grande imprensa noticiou a história ou pediu desculpas por ter coberto de maneira equivocada esses incidentes.

Talvez porque uma boa parte desses jornalistas participa ATIVAMENTE da própria campanha democrata. E-mails vazados pelo Wikileaks mostram que mais de 62 jornalistas estavam na lista de amigos de John Podesta, o diretor da campanha Democrata. Em alguns casos, os “jornalistas” em questão esperavam a aprovação da campanha de Hillary para publicar uma matéria!

Alguns que surgiram na lista do Wikileaks:

A equipe de Hillary na imprensa.

Mas não é apenas na imprensa que Hillary conta com um apoio avassalador. Dentro do próprio Departamento de Justiça americano e do FBI, a candidata contou com uma ajuda decisiva para viabilizar a sua candidatura.

Clinton manteve um servidor privado de e-mails enquanto era Secretária de Estado americana, contrariando regulamentação expressa sobre o tema, o que por si só já seria passível de punição e até mesmo inelegibilidade.

Mas a história é muito pior. Em investigações do Congresso, ela recebeu intimação para entregar todos os e-mails mantidos ilegalmente em servidor pessoal. Ela entregou parte dos e-mails, destruindo 32 mil e-mails com a desculpa que eles eram pessoais. Temos aí o crime de obstrução de justiça.

A candidata negou por dezenas de vezes que havia recebido nesse servidor qualquer informação confidencial, o que configuraria outro crime. Negou inclusive em audiência no Congresso. Investigações posteriores do FBI mostraram que de fato vários relatórios confidenciais foram recebidos por ali. Ou seja, ela cometeu o crime de perjúrio e de manipulação imprópria de material confidencial.

Mas por que essas regras existem sobre a necessidade de altas autoridades utilizarem servidores do governo?

Ora, justamente para que as suas comunicações sejam passíveis de escrutínio da Justiça e para a proteção de segredos de Estado que garantam a segurança nacional. O FBI encontrou indícios de invasão no servidor privado de Hillary por serviços secretos de cinco Estados!

Com tudo isso você imaginaria que Hillary Clinton fosse pelo menos indiciada e tornada ré, certo?

Não tão rápido…Em julho desse ano, o Diretor do FBI, James Comey, em longa coletiva de imprensa disse que não encontrou motivos para indiciá-la, pois apesar dela ter sido extramente descuidada em lidar com documentos confidenciais, ele não viu intenção de ferir a lei. Foi mais longe, disse que no futuro pessoas que tivessem a mesma postura poderia ser indiciadas!

Algumas semanas antes a chefe de Comey, a Procuradora-Geral Loretta Lynch, havia mantido um encontro secreto na pista do aeroporto de Phoenix com o marido de Hillary, o ex-presidente Bill Clinton. Eles falaram por 30 minutos “sobre os netos”, segundo a Procuradora.

Recentemente a imprensa revelou um conflito de interesses ainda maior. Um dos diretores do FBI responsável pela investigação do caso, Andrew McCab, é casado com uma ex-candidata democrata ao Senado pelo estado da Virginia que recebeu mais de US$ 650 mil para a sua campanha do Governador do estado, Terry McAuliffe, um aliado de longa data dos Clinton.

O conflito de interesse não para por aí.

E-mails vazados do Wikileaks mostram que um Procurador do próprio Departamento de Justiça, Peter Kadzik, passava dicas ao diretor da campanha de Hillary, John Podesta, sobre o andamento do processo.

E-mail do Procurador dando dicas para a defesa de Hillary

Essas informações já seriam suficientes para mandar Hillary Clinton e boa parte da sua equipe para a cadeia, caso houvesse um mínimo de imparcialidade da Justiça, aparentemente dominada por esquerdistas corruptos. Ou pelo menos para tirar dela qualquer chance de chegar a Casa Branca.

Mas as coisas ficam ainda piores…

Há 11 dias das eleições, o diretor do FBI informou ao Senado, onde ocorre uma investigação sobre o escândalo do servidor de e-mails, que o caso estava sendo reaberto, porque foram achados mais de 650 mil e-mails no computador de Anthony Weiner, marido da principal assessora de Hillary, Huma Abedin.

Antohony Weiner

O sujeito foi obrigado a renunciar ao seu mandato de deputado alguns anos atrás quando fotos dele pelado foram parar na internet. Ele tinha por hábito mandar essas fotos em paqueras on-line.

Ano passado ele foi pego novamente fazendo a mesma coisa, dessa vez as fotos foram enviadas para uma menor de idade, o que gerou a investigação do FBI. No computador do tarado virtual foram descobertos os e-mails do servidor de Hillary, o que fez com que o FBI reabrisse as investigações do caso.

No Departamento de Justiça, a investigação está sendo conduzida por Peter Kadzik, o amigão de John Podesta, o chefe da campanha de Hillary!

Outro personagem também volta para a história. Lembram do marido da ex-candidata ao Senado que ganhou a dinheirama do amigo dos Clinton, ? Pois foi revelado recentemente que Andrew McCab fez de tudo dentro do FBI para impedir que as investigações sobre a Fundação Clinton andassem. Hoje sabemos que 6 diferentes escritórios do FBI investigam a Fundação, mas foi sugerido a esses agentes que eles não poderiam ser “agressivos” na investigação para não interferir nas eleições.

Você pode saber um pouco sobre a Fundação Clinton no vídeo abaixo, mas podemos resumir da seguinte forma: o casal Clinton saiu da Casa Branca quebrado, segundo relato dos próprios. Eles saíram de uma dívida de milhões de dólares para uma patrimônio de US$ 300 milhões em poucos anos através de “palestras” e do “trabalho” realizado pela Fundação Clinton, que não passa de uma lavandaria de propinas recebidos pelo casal para fazer lobby ou para desenvolver diretamente políticas que beneficiem certos grupos de interesse.

Por exemplo, o Qatar e a Arábia Saudita querem comprar armas avançadas dos EUA e sofrem barreis em Washington? Nada que uma doação a Fundação Clinton não resolva. Assim que os milhões entraram na Fundação, a então Secretária de Estado Hillary aprovou a venda das armas.

Na verdade tal negociata é muito mais perigoso para o país do que a simples corrupção. Configura alta traição, pois para benefício pessoal os Clinton estão colocando a própria integridade do país em risco.

O ex-prefeito de New York, o republicano Rudolph Giuliani, que também já foi Procurador Federal, fez uma pequena lista dos crimes cometidos por Hillary:

Os crimes de Hillary

Infelizmente boa parte do público americano não faz a mínima ideia de tudo que foi apresentado aqui porque a imprensa estava mais ocupada fazendo a cobertura de um vídeo de bastidores onde Trump usa uma linguagem chula para falar dos seus avanços sexuais sobre modelos e famosas.

Por mais que o comportamento de Trump seja reprovável, o que é mais sério? O cometimento de crimes em série que colocam em risco a própria existência do país ou um sujeito falando bobages sobre mulheres em privado?

Sem contar a falta da discussão ideológica. Hillary defende uma agenda socialista, representada pela concentração de poder do Estado, aumento de impostos, saúde e educação estatal “gratuita”, aumento das regulações, fim do federalismo, uma Corte Suprema ativista, fronteiras abertas e multiculturalismo, abortismo, gayzismo, ideologia de gênero, diminuição do poder americano em troca de um governo global. É o sonho do seu guru, Saul Alinsky.

Ou seja, ela representa a continuidade do governo Obama na sua busca pela destruição dos valores americanos de liberdade, livre iniciativa, Estado de Direito, federalismo e livre mercado.

Na sua guinada a esquerda radical, Hillary chegou num debate a defender a liberação do aborto no nono mês de gravidez, basicamente o assassinato de bebês!

Que isso choque menos as pessoas que alguns palavrões ditos por Trump é apenas prova do sucesso absoluto da revolução cultural levada a cabo pela esquerda nos últimos anos.

Hillary é defendida por unhas e dentes pela grande mídia não apenas pela simpatia que os jornalistas mantém pelas teses esquerdistas, outro fruto da revolução cultural que foi iniciada nas próprias faculdades de humanas, mas também porque ela representa os interesses do establishment político e empresarial.

Quase todos os bilionários de Wall Street doaram em peso para a campanha da democrata, que apresenta a maior arrecadação da história americana, superando US$ 1,4 bilhão! A campanha de Trump arrecadou a metade disso, a maior parte bancada por dinheiro próprio do candidato ou por doações menores de centenas de milhares de americanos.

Apesar de toda a máquina governamental e midiática trabalhar 24 horas por dia na defesa de Hillary e na destruição de Trump, o candidato republicano chega na reta final dessa eleição com chances reais de vitória.

Chances eleitorais no modelo de Nate Silver do site http://projects.fivethirtyeight.com/2016-election-forecast/?ex_cid=rrpromo Atualizado dia 11/05

Dificilmente numa eleição temos um candidato ideal, que represente de forma consistente uma ideologia e ao mesmo tempo seja um exemplo de ser humano.

A eleição presidencial americana representa uma situação pior, onde do ponto de vista pessoal os dois candidatos tem falhas graves, mas em relação a “ficha policial” e a ideologia, Hillary representa uma clara ameaça aos valores fundadores dos EUA.

Dizer que Trump representa uma ameaça maior por ser “destemperado” é cair no jogo do framing produzido pela esquerda com a ajuda da mídia.