Mais um exemplo do lado canalha e desonesto da imprensa esquerdista

Pode parecer exagero, mas não há outra forma de categorizar um quadro que foi apresentado no Jornal Nacional na noite do dia 14 de novembro. Disfarçada como uma pauta a respeito de um novo museu sobre o nazismo que foi inaugurado em Berlim, há uma série de críticas indiretas a Donald Trump e ao movimento conservador americano e europeu.

A matéria pode ser vista aqui:

A desonestidade começa com a definição do nazismo como uma ideologia nacionalista. O termo nazismo vem de nacional-socialismo. Por que o jornalista decidiu suprimir o socialismo do nazismo? Para não pegar mal com a esquerda?

Mas as intenções canalhas ficam mais evidentes em seguida, quando é dito que “…a ideologia nacionalista volta a crescer na Alemanha de hoje, ainda mais agora que o país recebeu mais de meio milhão de refugiados”.

Ou seja, o repórter simplesmente comparou a perseguição a judeus na Alemanha nazista com a “perseguição” a muçulmanos hoje em dia. Há uma série de diferenças brutais.

  1. Judeus nunca explodiram pessoas inocentes nas ruas, ou as atacaram com armas, facas ou machadinhos.
  2. Judeus nunca atacaram mulheres.
  3. Os judeus sempre defenderam os princípios fundadores da Civilização Ocidental.
  4. Muçulmanos hoje em dia não são perseguidos, tirando casos isolados. Já o contrário ocorre, nos bairros islâmicos há um severo risco de vida em entrar se você não for muçulmano. Mulheres com trajes “impróprios” são xingadas, ou atacadas. Judeus são espancados nas ruas, assim como homossexuais. Muçulmanos ortodoxos não aceitam a lei do país onde vivem, apenas a Sharia.
  5. O movimento de perseguição a Judeus foi baseado numa ideologia totalitarista baseada na defesa de uma suposta raça superior, que sugeria a eliminação de todas as outras raças. Já o Islamismo defende a supremacia de uma religião e sugere também a eliminação física de quem professa outras religiões.

A matéria é fechada com a lembrança que existem hoje 22 mil neonazistas no país, “…atacando imigrantes e deixando todo mundo preocupado”.

Claro que neonazistas preocupam, devem ser identificados e presos, assim como parte significativa dos imigrantes que apresentam o mesmo tipo de postura violenta e não condizente com os valores civilizatórios.

Associada a desonestidade e a canalhice, figura a covardia de não atacar diretamente o novo presidente americano com a sua política de intransigência com imigrantes ilegais violentos e o movimento conservador europeu que luta para manter a identidade e os valores formadores do Continente contra o ataque de religiões ou ideologias bárbaras. Fica tudo disfarçado como “nacionalismo”, confundindo o direito inalienável a auto-determinação e a auto-defesa com algo nefasto como o nazismo.