Novilíngua dos tempos modernos

“Guerra é paz, ignorância é força, liberdade é escravidão.”

Lentamente, mas de forma sistemática, a liberdade de expressão está morrendo.

Hoje praticamente todo o tráfego da internet está concentrado em poucos serviços.

Entre eles Facebook,Youtube e Twitter.

O Facebook tem perseguido de forma intensa páginas e perfis de conservadores, usando a desculpa de combater o “discurso do ódio”, utilizando exatamente a estratégia traçada pela Open Society Foundation de Soros: usar a plataforma de “direitos humanos” para mascarar o projeto de poder totalitário da esquerda.

Artigo bombástico do Gizmodo sobre adulteração dos Trending Topics do FB.

Ontem mesmo um canal conservador chamado Terça Livre foi retirado do ar porque o seu administrador, Allan dos Santos, postou um texto onde relatava uma briga de “travecos” perto da sua casa. Isso mesmo, o uso do termo “traveco” para designar travesti foi considerado ofensivo e suficiente para gerar o bloqueio das suas contas.

Outro dia o Rodrigo Constantino foi bloqueado porque postou uma imagem daquela peça “macaquinhos”, fazendo uma crítica a mesma. A mesma imagem foi usada por uma página da esquerda e nada ocorreu…

Enfim, são dezenas de exemplos de como a maior rede social do mundo censura o pensamento conservador e divulga o pensamento esquerdista. Talvez o mais evidente experimento que provou o fato foi o teste feito por uma ONG israelense, que criou duas páginas que incentivavam a violência, uma pró-Israel e outra pró-Palestina. Obviamente que a pró-Israel foi retirada do ar em poucos dias e a pró-Palestina demorou meses para ser bloqueada.

Causou um alvoroço na mídia americana uma denúncia feita por funcionários do FB sobre a manipulação dos Trending Topics para favorecer “causas” da esquerda e bloquear assuntos conservadores.

Agora o Youtube se une a essa cruzada contra a livre expressão. O maior portal de vídeos do mundo está bloqueando a monetização de vídeos que contenham assuntos “polêmicos”, ou seja, que carreguem alguma discussão política. A desculpa é que tais vídeos não são adequados a publicidade. Na prática isso mata milhares de comentaristas políticos que tem nessa atividade o seu ganha-pão ou uma boa parte da sua receita, incentivando-os a fazer vídeos sobre gatinhos ou falar abobrinhas inofensivas.

O Youtube é do Google, dono do buscador que tem um virtual monopólio nessa indústria. Pois o Google tem sistematicamente favorecido a candidata Hillary Clinton das buscas, retirando do seu sistema de auto-complete termos negativos a candidata.

Diferenças entre sistemas de busca, mostrando como o Google favorece Hillary.

E o que dizer do Twitter? O CEO da empresa é praticamente um dos fundadores do movimento racista Black Lives Matter, chegando até mesmo a criar emoticons do punho cerrado, simbolo histórico do movimento comunista internacional. Recentemente o líder do movimento conservador gay foi bloqueado definitivamente da rede porque fez uma crítica ácida a uma atriz negra que fez a sequência do Ghostbusters, basicamente um panfleto feminista.

Milo Yiannopoulos, o líder do movimento conservador gay banido do Twitter.

Com isso fica provado que ser gay não gera a solidariedade automática da esquerda, pois um gay conservador figura como um traidor do movimento, especialmente se esse gay falar mal de uma negra feminista. Na guerra da falsa e hipócrita defesa das minorias, só há espaço para a esquerdistas.

Na obra-prima “1984”, George Orwell já apresentava o objetivo dos totalitários: acabar até mesmo com a possibilidade de pensar sobre uma revolta contra os poderosos. A novilíngua seria o dicionário autorizado, com cada vez menos palavras para moldar uma mentalidade popular gradualmente mais estúpida e obediente.

Seria a Internet moderna, dominada por Facebook, Youtube, Google e Twitter a novilíngua Orwelliana?