Vida e Morte

Segundo um filósofo, as coisas aparecem e desaparecem, os animais nascem e perecem somente o ser humano viver e morrer.

Viver e morrer são a descoberta da finitude humana: uma vida é minha e minha é a morte. Esta, e somente ela complementa o que somos. Os filósofos estoicos propunham que somente após a morte, podemos afirmar que alguém foi feliz ou infeliz. Enquanto vivos, somos tempo e mudança.

Os filósofos existencialista disseram: a existência precede a essência, significando que nossa essência é a síntese de toda a nossa existência.

A existência da morte é a solidão. O morto parte sozinho; os vivos ficam sozinhos ao perdê-lo.

A vida é a intercorporeidade e a intersubjetividade. Estamos com os outros e eles estão conosco, somos para os outros e eles são para nós.

A vida é intersubjetividade corporal e psíquica e porque a vida ética é reciprocidade entre sujeitos, tantos filósofos definiram a amizade como expressão do mais alto ideal de justiça.

Espinosa afirma que ser humano é mais livre na companhia dos outros na solidão e que “somente os seres humanos livres são gratos e reconhecidos uns aos outros”, pois os sujeitos livres são aqueles que “nunca agem com fraude, mas sempre de boa-fé”.

( Resumo \\\ Capítulo 28 \\\ Pagina 284 \\\ Filosofia \\\ 1° ano B\\\ Prof.: @Josemilanez)