Monólogo
Eu sou Tom e Summer ao mesmo tempo, um Theodore apaixonado por um sistema operacional, um Ross, um George O’Malley, uma Izzie e todos os personagens complicados e tontos que conseguir imaginar. Mudo de pensamento e atitudes de acordo com meus próprios instintos, esses sim que são bipolares. Mas devo dizer que ele (o instinto) só quer que eu fique bem. Vez ou outra grito para mim mesmo: “Hey! O que está acontecendo?”
Tenho enxurradas de pensamentos ao mesmo tempo que ás vezes esqueço de olhar para o lado e cumprimentar um conhecido no meio da rua e mantenho uma filosofia de que todas as pessoas que entraram na minha vida são professores, e as que entrarão também.
E sim, eu acredito em amor a primeira “ouvida” por músicas. Falando nelas, acho que cada um possui uma trilha sonora própria. A minha? É uma mistura de Legião Urbana, Marília Mendonça e Lana del Rey.
Eu juro que tento criar unicórnios ao invés de expectativas, mas algumas vezes não dá.
Sou daquelas pessoas que não gosta de serem mal interpretadas e que acreditam em carma ou numa justiça universal intergaláctica, como preferir.
Sou um sonhador. Sou um apaixonado detestável. Sou apenas eu, analítico com os acontecimentos que me ocorrem; bobão quando estou à vontade; satisfeito com a quantidade de amigos que tenho; guardo uma mania (que pode se tornar perigosa) de tentar compreender as pessoas e, algumas vezes, ultrapasso os meus limites e acabo me machucando. Eu sou amor (mas nem sempre) e humano também, para não perder a graça.
