Porquê atirar cigarros para o chão?

Qualquer rua, avenida, praça, qualquer passeio com o mínimo movimento, estará bem decorada com pontas de cigarro deliberadamente deixadas por membros afetuosos da nossa comunidade que, certamente, não querem que falte nada a quem com eles partilha o espaço.


Não deverá ser muito complicado perceber que, para além de ganhar uns pontos no campeonato da poluição, este ‘simples’ ato é um perigo de saúde pública e, um perigo para outros seres vivos em lugares mais baixos da cadeia alimentar que consomem estes regalos de nicotina e alcatrão oferecidos pela ‘espécie mais inteligente’.

Continuar a alongar nos possíveis malefícios deste ato parece-me desnecessário, pois já estarão estabelecidos raciocínos lógicos nas mentes humanas que associam este ato a uma atitude com um impacte negativo no ambiente. Não obstante, e inexplicavelmente, existem bastantes vias motoras voluntárias a ser desencadeadas por um pensamento de que temos todo o direito de deitar os vestígios da nossa auto destruição pulmonar em toda e qualquer via pública. É o ‘normal’.

Somos a espécie ‘inteligente’; Somos o ser evoluído; Somos o ser que sabe; E mesmo assim, não nos respeitamos a nós próprios. Não respeitamos os outros seres. Não respeitamos o planeta. Não somos Humanos o suficiente para colocarmos as ‘beatas’ um local destinado para o efeito, ainda que saibamos que o abondono das mesmas em locais públicos terá efeitos nefastos na nossa própria comunidade.

Acredito que seja um incoveniniente realizar outra ação que não o relaxamento dos músculos que seguram o precioso cigarro, mas acreditem, é um maior incoveniente para o mundo lidar com as repercurssões ambientais desse ‘simples’ ato.

Sejam inconvenientes. Perguntem ‘Porquê?’.

‘Individually we can each make a diference, but together we creat an impact’