Resenha crítica livro Cibercultura, Pierre Lévy.

O processo tecnológico segue evoluindo a cada dia, esse é um dos fatores relatados por Pierre Lévy em seu livro Cibercultura de 1997. O livro fala da cibercultura sobre o conceito de comunicação, informação e de diálogo. Uma ideia de trocar: informação e promover novos conhecimentos, represente uma nova forma de enxergar uma sociedade, assim como uma maneira de viver.

Pierre Lévy cita que as implicações culturais do desenvolvimento das tecnologias digitais de informação e de comunicação, está em campo de estudo e questões econômicas e industriais, os problemas relacionados com o emprego e as questões jurídicas. O que é a nossa sociedade não é mais local, ela engloba o mundo todo, assim como como culturas como modificadas e sofreram transformações por conta de tecnologia que aproximam e interferem na sociedade.

Outro ponto citado pelo autor é uma atitude geral em frente ao progresso das novas tecnologias, uma virtualização da informação que está em andamento uma mutação global da civilização que dela resulta, abordando como novas formas artísticas, como as transformações na relação com o saber, como as questões Uma educação e diversidade das línguas e das culturas, os problemas da exclusão e da desigualdade.

A questão da informação também é fundamental para essa forma de cibercultura, onde nosso mundo é basicamente informação e tecnologia, como por exemplo, o nosso dinheiro hoje é um serviço virtual de devolução, o que é uma modificação e implementos que envolve uma necessidade do ser humano, como como propagandas se reinventaram, outras formas de comunicar e informar também estão evoluindo, o que é como uma sociedade da comunicação que depende da informação para gerir sua vida.

O livro fala também que qualquer coisa é uma mensagem abordada, encontra-se conectado a outras mensagens, a comentários, a glosas em evolução constante, às pessoas que se interessam por ela, a fóruns onde se debate sobre ela aqui e agora, fortalecendo assim a parte tecnológica e informacional. E Pierre Lévy fala ainda que, seja qual for o texto, ele é o fragmento talvez ignorado do hipertexto móvel que o envolve, o conecta a outros textos e serve como mediador ou meio para uma comunicação recíproca, interativa, interrompida.

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