(super)natural

Teve um toque tão grande de naturalidade na maneira em que nossas mãos se encontraram da primeira vez naquela mesa de madeira. Inusitado, mas ao mesmo tempo esperado e ainda assim… tão confortável.

Meses de conversa para que esse fim de semana, enfim, chegasse e passou tão rápido. Agora é domingo já e como você mesmo disse: pareceu um sonho.

Não consigo manter uma linha de pensamento quando se trata de você, de nós. São tantas coisas que eu gostaria de escrever mas é tão difícil explicar algo que te deixa sem coordenada nenhuma.

Teve um toque de surpresa na primeira vez que nos beijamos, naquele pequeno sofá, perto daquele piano que ecoava ao som de Whitney Houston (também Coldplay e Beatles), mas ao mesmo tempo hipnotizante e espontâneo.

Realmente passou rápido, até demais… Temos tanto mais pra explorar um ao outro mas o que conheci nesses dois dias (além de todas as pequenas coisas que já desvendei nesses últimos meses) são o suficiente pra te afirmar que te quero por perto por um bom tempo.

A vibe (acho que posso chamar assim) que eu senti ao estar perto de você mostrava que estava tudo bem, que eu estava no lugar certo com a pessoa certa no momento certo. Eu posso ser atrapalhado, bobo, pensar demais mas eu sei do que eu gosto e do que não gosto… e eu te adoro.

Teve um toque de transcendência quando estávamos no escuro. Não sei definir, não sei classificar, nem explicar… só consigo sentir que foi o início de algo incrível.

Não vejo a hora de estar perto de você de novo, de poder te sentir, de levantar minha mão e colocá-la facilmente no seu rosto.

Esses foram alguns pedaços da minha mente e dos meus sentimentos que consegui expressar em palavras, fico em falta e longe de fazer jus ao que realmente se passa entre nós, mas não poderia deixar de tentar.
Sem medo. Sem rótulo. Sem pressa. Sem idealização…

…continuamos assim, (super)naturais.

One clap, two clap, three clap, forty?

By clapping more or less, you can signal to us which stories really stand out.