Sacrifício

Bem no meio da testa,
uma marretada certeira…
Mato-o rápido e
volto a existir.
Sinto sede,
a garganta seca…
Afogo-o.
Respiro!
Sinto fome,
o estômago aperta…
Como-o.
Sacio-me!
Sinto frio,
o idealizado desmorona…
Queimo-o.
Não paro de sorrir!
Por Leonardo Miranda
Agosto de 2011