Algo vago

Uma mesa vaga

Por uma pessoa só

Não solitária

Apenas só

E a cada momento

Ela se pergunta

O por quê de não correr

Então se lembra

Que não precisa se esconder

O nó

na garganta

Ainda é apertado

Pra gritar

Mais alto

Que o seu senso

Do sentir

Mas é algo vago demais

Pra se deixar fluir

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