TEMPO DE VOLTAR

O mundo em que vivemos está em constantes mudanças. Tudo o que nos cerca precisa ser percebido por uma ótica crítica. Uma ótica na qual não somos meros consumidores do que está sendo oferecido, mas pessoas que julgam com consciência e ética o que é coerente.
A política que nos enclausurava em uma dualidade sem sentido está prestes a mudar. Os conceitos pluralistas que já arrasaram os que por ele se diziam beneficiados, agora perde espaço para uma leva de ateísmo. Nosso tempo pós-moderno passou e vivemos no hipermodernismo, fenômeno de nossa sociedade atual. Tudo o que ouvimos como rumores, já se foi como folhas secas ao vento. Tudo o que pensamos estar tão sólido e concreto, se dissolveu e virou poeira embaixo de nossos pés.
Para os que negociaram seus valores atrás do vento impiedoso, que dizimou a esperança de muitos, ainda há tempo de refazer o caminho um dia esquecido. Ainda há tempo para escolher viver, escolher amar. Nada é mais desumano do que não reconhecer nossa humanidade, nossa debilidade diante do infinito. Nada é mais contrastante do que o amor de Deus a nós revelado, que nos encontra com graça e misericórdia e nos acolhe.
Assim como Pedro, que diante da sua incapacidade reconheceu isso, precisamos nos voltar e dizer:
