Tecnologia​s modernas, os mapas e os totós


Até há pouco tempo nesta minha vida das informáticas e dos Sistemas de Informação Geográfica (SIG ou GIS - do inglês - Geographic Information System) orgulhava-me de conhecer, mexer e programar, com alguma destreza, em quase tudo o que de melhor há na área: Leaflet.js, OpenLayers, Google Maps, OSM, PostGIS, Oracle, Spatial Sql Server, ESRI, QGIS, GeoServer, GeoNetwork, etc...

Sim, é verdade, eu percebo mesmo disto! Faço quaisquer dados georreferenciados aparecerem na web com a elegância de um mapa (colorido e bonito) e com um backoffice para administração da informação, intuitivo, amigável e que permite fazer as coisas mais inovadoras para alimentar todo o frontend do sistema.

Pois é, percebo! Mas, de facto, o que mais entendo atualmente é que, a essência do sucesso do software continua a ser somente duas coisas: corresponder sempre e em primeiro lugar às expectativas do cliente e apresentar as elegantes soluções de software com casos reais e conteúdos que o cliente tão bem conhece, compreende e domina... nada mais!

Sobre desenvolvimentos, implementações e as escolhas que fazemos… também aprendi que podemos estar na crista da onda tecnológica mas se um simples botão não fizer o esperado... o cliente tratará de fazer com que qualquer engenheiro informático se sinta a pessoa mais burra à face do mundo tecnológico.

Assim, apesar de ser uma frase tão usada e parecer clichê: "o cliente tem sempre razão"… camaradas das tecnologias WebSig de ponta, esta é e será sempre a nossa realidade. Negócio sem clientes é apenas um grupo de pessoas que lançam um produto. Por isso, ouçam os clientes e façam “mapas” com coisas tecnologicamente avançadas mas com aqueles botõezinhos e com a magia que os totós tanto gostam e querem 😝

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