big bang

numa corrente que não quebra, vem toda a força de algo que não pode ser parado de encontro com algo que não pode ser movido. big bang de surgimentos. marcos que foram quebrados, padrões e sinapses que foram ressignificados de uma forma tão profunda que imergir ainda é raso. só mudo quando aceito como estou. se aceito como estou não suporto mais ser. e mudo. do meio do céu até o fundo da areia. de dentro pra fora. em constante (re) construção daquela que quero habitar. o silêncio vira prece e tudo que foi dito e não dito ressurge como timelapse na mente ajudando a fixar e assimilar a máxima: se sou o que sou sozinha, não preciso ser. é maior. a dívida que preciso pagar com as relações humanas é maior. é espiritual. transcendental. e é uma dívida. #menteviva