Internet das coisas
Matheus Nakamura
3

1 — Innovation trigger — A possibilidade de acender a luz a distância ou controlar o portão de sua casa do outro lado do mundo foi como começou a tendência de Internet das Coisas dentro das comunidades DIY. Embora promissora, as aplicações eram bobas e inúteis.
2 — Peak of inflated expectations — A integração deste tipo de sistema começou a ser feita diretamente no fabricante. Novamente, promissor, mas os recursos não eram exatamente úteis. Mudar as configurações de um eletrodoméstico a distância é interessante, mas não é prático.
3 — Through of disillusionment (abiso da desilusão) — Soluções completas de IoT passaram a ser implementadas em casas. Com “cubos” você pode alterar a “cena” da sua casa (configuração de iluminação). Não é algo útil nem prático. 
4 — Slope of enlightment (ladeira da iluminação) — Com o início da decadência disso, o sistema começou a ser repensado e aplicado em soluções que efetivamente precisam desta automação e conexão. Com a adição da ciência de dados a previsão e pré-adaptação de determinadas configurações já se mostraram úteis.
5 — Plateau of productivity (platô de produtividade) — No futuro, com este tipo de solução bem implementada, os sistemas estarão na sua plenitude de desenvolvimento e utilidade. Isto será algo comum nas residências no exterior e em um futuro um pouco mais distante, no Brasil.

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