

ESTARIA O PRESIDENDENTE TRUMPolinando?

Que coisa incrível, os populistas tem as mesmas características não importa onde tenham nascido. As semelhanças das atitudes do Pinóquio da Silva e do Presidente Trump são extremamente parecidas.
Ao se sentirem fragilizados, ambos buscam dividir seus cidadãos, o Pinóquio da Silva com o velho e batido bordão do “nós contra eles” e o Trump dizendo que “vocês não nos substituirão”, querendo com essa afirmação dizer que a sua tese de exclusão de emigrantes, de fechar fronteiras, de criar muros, não serão substituídas por seus adversários.
Como adversários, leia-se os democratas e a imprensa em geral que não o apoia em sua desvairada promessa de ação belicosa, que sempre se sabe onde começa, mas nunca se sabe onde termina.

Os fatos ocorridos em Charllotesvillle é fruto das atitudes belicosas que o presidente vem demonstrando. A postura que Donald Trump vem tendo, faz com quem a ala mais radical da população os “ wasp”, (White Anglo-Saxon Protestant ( em português branco, anglo-saxão, protestante, voltem aos tempo da velha e quase morta KuKluxKlan, onde negros eram caçados por brancos da extrema-direita.
Uma loucura total, só cabendo na irresponsabilidade com que o Presidente Trump vêm conduzindo os problemas internos e externos dos Estados Unidos. Nos últimos quinze dias Mr. Trump prometeu levar “fogo e fúria como o mundo jamais viu” em ameaça declarada à Coreia do Norte, ameaçou a Venezuela com intervenção militar para retirar o Maduro do poder, como se a Venezuela fosse o quintal dos Estados Unidos. No mínimo é falta de compostura.

A falta de habilidade do Presidente americano acabou se alastrando para a parte mais sensível e jovem da população. Fazendo com que James Fieldes Junior, jovem de apenas 20 anos se sentisse encorajado a ações mais agressivas, e jogasse o carro contra uma passeata antirracista matando uma mulher e ferindo dezenove pessoas.
Após esse fato, o Trump se viu na obrigação de desestimular ações desse tipo. Mas logo depois acabou fazendo a seguinte declaração “Nem todas as pessoas eram neonazistas (os que eram contra a manifestação antirracismo) e supremacistas brancos. Essas pessoas estavam lá porque queriam protestar contra a retirada da estatua de Robert Lee (general confederado da guerra civil americana) afirmou o Presidente. Havia um grupo de um lado que era ruim, e um grupo do outro lado que era muito violento” lembra um pouca a Dilma?

Em momento algum o passou pela cabeça do Presidente que como autoridade maior do País, em vez de pregar a harmonia entre seus cidadãos, ele esta pregando a desagregação social em um País que já teve uma guerra civil e que ainda guarda magoas profundas.
Se há um lugar onde as reminiscências atrapalham o futuro, esse lugar é exatamente os Estados Unidos. Ainda hoje os jovens da Geórgia, são chamados de “red neck” (pescoço vermelho) em memoria aos seus antepassados que trabalhavam na lavoura e administravam os negros escravos. É um tremendo risco brincar com essas coisas naquele País.

