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Uma bola de cristal ?
Once more with feeling.

É sexta-feira. A semana acabou. Estamos em dezembro. Sempre chega a hora de virar a ampulheta, recarregar. Não deixei de prestar atenção, só não tenho mais sensações, gastei tudo o que tinha, preciso me refazer, esse ano… Foi difícil de andar pelas casas, com os botões se perdendo pelo caminho, talvez eu esteja precisando de roupas novas mesmo.

Não é difícil perceber como as histórias se parecem, é normal, comum, assim mesmo, humano. E é perfeitamente aceitável errar de mão cheia, porque faz parte de testar e tentar, falhar, reparar. Uma satisfação rasa das coisas estarem no lugar, repetições que se propagam por aí. A perfeição é efêmera, figura da decoração, o ideal que evapora no meio real.

Café, café e — mais açúcar — mais café também, tentando permanecer acordado depois de uma série de noites curtas. Séries de momentos procurando algo pra distrair, reconfortar. Espaços pra divagar e uma hora, devagar, me reprogramar. Abrir mão do controle é aceitar, existem telas maiores pra printar. Pra quem ainda aguarda, coisas melhores estão pra chegar: novas versões, mais funções, maior fidelidade, preço, justo! Promoção, de verdade.

A felicidade mora aqui, em algum lugar, um ponto no mapa, com coordenadas aproximadas.

Once more with feeling.

Por quê? Eu sei.

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