Quando a adoção do BIM se tornou inevitável no Brasil?

Desde 2010, ou bem antes, na Poli-USP fala-se em BIM. Até então a academia estava flertando com uma tendência consolidada no exterior. Estados Unidos, Europa, Oriente médio tinham boas experiências que agregavam agilidade e bom controle desde o projeto ao canteiro.

Liberdade de projeto, agilidade em suas diversas etapas, controle de recursos e até visibilidade 3D chamaram atenção.

Hoje, 5 anos depois, a adoção se torna inevitável por aspectos externos às projetistas e escritórios de arquitetura. Exigência das contratantes, incluindo alguns órgãos públicos, necessidade de regularização dos softwares utilizados e até a necessidade de maior eficiência diante de uma crise econômica impulsionam o acontecimento.

Mesmo que boa parte da adoção tenha se dado de modo passivo, o movimento é real e concreto. O próximo passo é aprimorar os processos, também inevitável.

Seguiremos

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